Sexualidade, mais do que sexo. (Parte 2)

Outras considerações que acho relevantes neste assunto são sobre as diferenças entre homens e mulheres, é claro que de modo geral, considerando as diversidades sempre existentes:

“De modo geral, na mulher predomina a sensualidade sublime e no homem (desavisado) a sexualidade erótica. O impulso sexual que atende à sensualidade sublime na mulher pode ter início no café da manhã, através de alguma demonstração de carinho por parte do parceiro. Essa sensualidade pode excitar-se mais e mais ao longo do dia, correspondendo quase à uma carícia sexual o ato do parceiro abrir a porta do carro, demonstrar qualidades desejáveis para um bom companheiro, ser compreensivo, participante, etc. Finalmente, o impulso sexual feminino se completa com a intimidade na cama, considerando a penetração apenas uma parte (nem sempre a mais importante) do desempenho sexual do parceiro.” (grifo meu)

“O desejo sexual masculino se estimula mais pelos órgãos dos sentidos do que pelos sentimentos, como é o caso das mulheres. Para a sexualidade masculina é muito importante a visão, o tato, olfato. Talvez por causa da necessidade desses estímulos, o homem sente mais cobiça sexual que as mulheres, portanto, buscam mais novidades sexuais (parceiras) que as mulheres. Estas, por sua vez, experimentam mais a cobiça por objetos de grande valor simbólico, como bilhetinhos, poemas, cartas, comemorações de datas, músicas que marcaram, jóias, perfumes, flores, etc.”(grifo meu)

“Ao atribuir às mulheres o termo “Sensualidade Sublime” de “Sexualidade Erótica”, tentamos diferenciar “fazer amor” de “transar”, respectivamente. Na sensualidade sublime o que motiva o sexo não é apenas o impulso biológico para o sexo (embora este seja necessário), mas também um sentimento necessário e suficiente para que o prazer se desenvolva mais livremente.”(grifo meu)

          Só acho que o universo sexual está cercado de tabus, regras e valores que não devem, muitas vezes, ser levados tão a sério. Homens e mulheres são muito diferentes. As pessoas são muito diferentes umas das outras. Deste modo, não tem como estabelecer uma verdade absoluta, ou um “manual” que vá funcionar para todos. Como visto, a sexualidade vai além do sexo em si, e muuuuuuito além.

Trechos retirados daqui:

http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?art=81&sec=23

http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?sec=23&art=91

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2 comentários em “Sexualidade, mais do que sexo. (Parte 2)

  1. Olívia, perfeita essa postagem. Tão difícil de se entender devido as diferenças pessoais e tão bonito ao ser analisado pelo lado do sentimento. As necessidades biológicas são importantes, mas muitas vezes um toque carregado de sentimento se torna inesquecível. Adorei esse artigo.
    Beijo
    Manoel

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    1. Que legal que gostou!
      Estou preparando uma “Parte 3” sobre o tema, mas ainda está bem “cru”… Hehehe, com o tempo vou elaborar melhor!

      beijo

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