Uma tentativa de abordagem menos clichê do clássico “faça sua parte”

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Estou cada vez mais aprendendo a importância do “faça sua parte”. Para além da frase clichê, é claro. Essa semana, na disciplina de Sociologia que ministro no curso de Administração, tivemos seminários com temas ligados ao preconceito (homofobia, intolerância religiosa, racismo, preconceitos contra a mulher, idosos e deficientes) e falamos muito sobre o que o governo ou a mídia poderiam fazer para minimizar os problemas provenientes da “simples” falta de respeito ao próximo. Por fim, concluímos também que é importante que cada um de nós faça a sua parte. Muitos se mostraram pessimistas dizendo que tem coisas que não vão mudar, mas lembramos que a educação tem um grande poder transformador, e que podemos ser protagonistas dessas transformações ao nos colocarmos como agentes dela, e não apenas esperarmos que alguém o faça (escola, governo, etc.).

Creio que isso começa pelas mudanças pessoais que desenvolvemos ao notar a maneira como reproduzimos preconceitos e crenças limitantes que nos foram ensinadas. E depois, acredito, podemos passar a exteriorizar isso de forma a mostrar aos demais essas amarras das quais podemos sim nos desprender. E daí vem a nossa responsabilidade com as gerações futuras. Conversando com as amigas esses dias também falamos disso: nós podemos oferecer aos nossos filhos uma educação diferente, nós podemos disseminar novos valores, ligados ao respeito e ao amor acima da competitividade e egoísmo que muitas vezes nos foi ensinado. Sim, é difícil fazer isso sozinho. Sim, é difícil fazer isso num mundo como esse que estamos. Então parece que a solução é mesmo nos unirmos para mudar o mundo. E isso não vai se realizar se continuarmos achando que não somos capazes, se continuarmos acreditando nas mentiras que nos contam, e se continuarmos tão distantes uns dos outros. Só o amor une, só o amor salva. Eu acredito e confio.

oliviaparablog

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4 comentários em “Uma tentativa de abordagem menos clichê do clássico “faça sua parte”

  1. hj pela manhã eu tava na enooorme fila d um banc pro caixa eletronic em certo momento começou um lance d furar fila e eu observava a reação das pessoas a isso. reclamaram d nao ter ngm p organizar a fila e eu, ja estressado rs, diss q n precisav, afinal ngm alí era criança, todo mundo tm perfeita consciencia d q nao deve ser sacana, se o fazem é pq nao tem respeito, ngm precisava pegar no braço daquele bando de adulto como se fosse um bebê de 3 anos de idade. é meio trist pq oq notei hj é q as pessoas esperam q os outros sejam honestos, mas elas nao se sentem na obrigação d fzr o msmo :(

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    1. Nossa, é bem triste isso mesmo! E pior que passei por uma situação bem parecida essa semana no banco também. Uma pessoa cortou fila e saiu sorridente comemorando por ter se dado bem… Dá um desânimo naqueles que realmente são honestos quando isso acontece. Parece que não vale a pena. Mas acho que sempre vale a pena pelo simples fato de manter a consciência tranquila.E no meu caso, como acredito plenamente em ação e reação, reciprocidade e ideias afins, acredito que fazendo o certo/ o bem, isso com certeza retornará pra mim de forma positiva :)

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