Harmonia Mandalas

Quem me conhece um pouquinho já sabe que sou apaixonada por mandalas, inclusive o símbolo do blog já evidencia isso. Há um bom tempo venho pensando em criar uma página no Facebook para divulgar minhas mandalas e facilitar o contato com quem tenha interesse em adquirir uma. Por isso essa semana criei a página da Harmonia Mandalas!

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Clique na imagem pra ir pra página!

Esse nome já estava na minha cabeça há tempos e já tinha até uma pastinha no pc com esse título, onde eu reunia fotos das minhas mandalas pra quando enfim criasse a página. Bem, chegou o momento e tô muito feliz!

Adoraria ter vocês lá na página, e se curtirem meu trabalho, convidem os amigos também! Além das mandalas de lã (ojos de dios) pretendo mostrar outros trabalhos com mandalas, ou seja, não será um espaço só pra venda, mas para apresentar as mandalas, conhecer pessoas, trocar figurinhas… hehehe!

Nos vemos por lá! Beijos!

 

 

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Presentes & Presenças

Em quase todo aniversário eu planejo uma festinha, uma reunião, algo do tipo. Como comentei nesse post, eu gosto de comemorar. Mas a verdade é que quase toda vez uma certa ansiedade me invade, eu fico encanada achando que as pessoas não vão aparecer, vão avisar de última hora que não podem vir e vou acabar ficando sem graça por ter planejado tudo com tanto carinho e não ter minhas expectativas respondidas à altura. Mas, como o processo de desconstrução por aqui não dá trégua, chegou a hora de começar a entender que as minhas expectativas são as minhas expectativas, e meus medos são meus medos, e que nada eles tem a ver com a realidade. Muito menos com uma realidade que vai se tornar real só no futuro e da qual tenho quase nenhum controle.

A verdade é que esse ano todo mundo apareceu, e foi um dos aniversário mais cheios de gente e alegria que tive. Então, esse que é um post pra mostrar os presentinhos, começa assim, tratando das presenças. Por mais clichê que seja: estar presente é muito mais do que dar presente. E é por isso que quero enaltecer as presenças, as pessoas que se fizeram presentes nesse dia e aquelas que se fazem presentes o ano inteiro, mesmo que distantes fisicamente. A vida não teria sentido sem vocês, sem o amor, sem os laços (esses que não são de fita!), sem o presente que é ter pessoas maravilhosas por perto.

MÃÃÃÃS, esse post é também sobre presentes! Então vou mostrar pra vocês alguns ~mimos~ que ganhei ♥

 

Necessaire da minha cor preferida // As pessoas sabem que eu sempre viajo e que esse é um acessório indispensável!
Um moletom lindão que eu mesma escolhi // Presente de mãe/padrasto tem essas vantagens.
Uma toalhinha com o bico de crochê mais fofo (adivinha quem deu?) // E agora tenho mais de uma toalha de rosto bonita pra colocar em dia de festa :)
Alfajor da Kopenhagen, dispensa comentários, né?
Pingente de gatinho porque agora todo mundo sabe que sou mãe de gato 😻

Também ganhei vários pijaminhas (porque eu sou a louca dos pijaminhas): um de verão que mais parece uma roupa de ficar em casa, blusinha de alça e shortinho bem curto, e três (sim, três!) pijamas de inverno que encomendei com meu pai (ele mora em MG e lá tem uma cidade, Borda da Mata, que tem confecções de pijamas lindos e com preço ótimo). Não tem foto deles por motivo de preguiça mesmo.

E por último, mas nem um pouco menos importante (muito pelo contrário – desculpa gentem, mas acho que foi meu presente preferido!):

Disco de vinil que ganhei do amor // Realizando o sonho de ter um do Cartola na coleção ♡

Bom, é isso! Ano que vem tem de novo, se Deus quiser!!!

Beijos!

Daily vlogs, Bauman e memória

Esse post provavelmente vai ficar meio sem pé nem cabeça, porque tô começando sem saber realmente o que vai acontecer, mas esperando de coração que no final faça sentido.

A verdade é que eu já tinha começado um post sobre Bauman quando estava trabalhando esse tema em sala de aula, mas ele ficou abandonado. Daí hoje assisti esse vídeo do Fotografando à mesa (se ainda não conhece, recomendo!) e algumas coisas me fizeram lembrar da tal modernidade líquida tão bem abordada pelo autor:

Fiquei pensando aqui se a coisa do daily vlog (pra quem não está habituado ao internetês: quer dizer vlog diário, ou seja, gravar diariamente suas atividades, ou pelo menos parte delas)  vai virar uma tendência geral de registro de momentos. Acho que é bem possível no momento atual, considerando o avanço das tecnologias e a nossa relação tão próxima (pra não dizer relação de dependência) com essas ferramentas.

Pensei em como as minhas fotos antigas – reveladas e coladas nos álbuns – me fazem “lembrar” de momentos que certamente eu não lembraria sem registros. Depois pensei em como aquelas pastinhas do HD externo cheias de fotos da adolescência também são uma fonte importante de memórias. E agora temos essa oportunidade de registrar algo exatamente como aconteceu (acho que vídeo é um registro bem fiel, apesar da possibilidade de edição).

Pra mim parece algo sensacional, porque eu sou a pessoa que nunca lembra das coisas, daquelas que pergunta pros outros: como foi aquele dia mesmo? E aí com todos esses pensamentos, logo lembrei da pós-modernidade, ou modernidade líquida, conceito do sociólogo polonês Zygmunt Bauman.

Na verdade não pensei tanto nessa coisa do público e privado que é mais abordada no vídeo, mas na mutabilidade das coisas. Será que muito em breve não precisaremos exercitar a nossa memória, pois tudo estará registrado virtualmente? A rapidez com que as mudanças acontecem também são características marcantes dessa modernidade líquida (gente, vou precisar de um outro post num outro momento só pra falar de conceitos… mas espero que todos consigam entender mesmo que não conheçam o autor/teoria).

Enfim, o que daily vlogs, Bauman e memória têm em comum, além de fazerem uma baguncinha nos pensamentos dessa que vos escreve, é que mostram as transformações que estamos vivendo, seja enquanto sociedade ou indivíduos, em maiores ou menores proporções.

Estamos preparados para todas essas mudanças? Se ainda não, acho que é hora de começar.

 

Wishlist de aniversário

Eu não sei se já falei aqui, mas sou dessas que adora aniversário. Gosto de aniversários dos outros e do meu também (sei que muita gente não gosta de comemorar o próprio aniversário!). Sempre que possível faço algo pra comemorar, acho que é um momento de celebrar a nossa vida e a trajetória que nos trouxe até esse ponto. Esse ano faço 27, e sim, estar cada vez mais perto dos 30 me assusta um pouco. Mas a vida é assim, então vamos curtir!

Uma das coisas bem legais dos aniversários, além do principal que é reunir as pessoas queridas, são os presentes!!! Por isso fiz uma wishlist – lista de desejos – com algumas coisinhas que estou desejando no momento, vai que, né?

Moletom/Cardigã

Descobri essa loja na wishlist de aniversário da Vera, do Extraordinariando, e simplesmente não tive como não desejar algumas coisinhas. Esse moletom e esse cardigã me conquistaram!

Processador de alimentos

Não tenho preferência de marca, mas esse da Electrolux pareceu ter um preço bom e qualidade suficiente pro uso que irei fazer.

Panela de fondue

Também é algo que não tenho preferências com relação à marca e modelo, e na verdade nem sei bem o que devo buscar num produto assim. Vocês tem panela de fondue? Alguma recomendação pra auxiliar na compra?

Bota

A coisa de fazer aniversário em época de frio é que a gente sempre tá desejando itens úteis pro frio. A bota é um item que estou buscando desde o aniversário passado… kkk! O duro é que vejo coisas legais pela internet mas sapato é algo que não quis me arriscar a comprar sem provar. Acho que esse presente eu vou ter que me dar mesmo!

Capinha pro celular

Acabei de comprar uma capinha de mandala pro meu celular, mas continuo desejando vááárias! Achei esse site bem legal (apesar do precinho ser meio salgado) e amei essas capinhas aqui e aqui.

Discos de vinil

Sempre amei discos, mas não tinha vitrola. Agora que estou usufruindo de uma que era da minha avó, aceito discos de presente! Descobri recentemente a loja Bilesky Discos, e lá tem coisas bem bacanas que me interessam, como: Vanguart, Caetano, Elza Soares, Sabotage, Black Alien, Boss in Drama, só pra citar alguns, porque são muitos os desejos nessa categoria… hahaha!

 

Espero que tenham gostado da listinha! E me contem, vocês gostam de comemorar aniversário?

Beijos!

Missão de vida (ou Será que precisamos ter sempre certeza?)

Eu sempre me preocupei em encontrar a minha missão de vida. Me sentia mal de não saber exatamente o que eu queria fazer, de não ter uma grande paixão por uma profissão ou atividade, como via que algumas pessoas tinham. Eu não sabia qual faculdade fazer, eu não me via atuando numa área específica. Mas eu sempre ouvi, lá no fundo, uma voz me dizendo que eu deveria fazer algo pra ajudar as pessoas. E pra mim isso era muito subjetivo: “ajudar as pessoas”. Como? Quando? O que eu preciso fazer pra realizar isso?

Até que um dia me foi falado que eu poderia escolher qualquer forma de fazer isso. Livre arbítrio. E nesse momento, minha preocupação que era de conseguir fazer algo grandioso e que fizesse diferença pra muitas pessoas foi por água abaixo, pois compreendi que eu poderia ajudar as pessoas que estão ao meu redor, as pessoas realmente próximas. Entendi que eu não preciso mudar o mundo, fazer uma grande descoberta, ou ser uma pessoa conhecida internacionalmente. Mas eu ainda não tinha encontrado exatamente como ajudar as pessoas, e isso ainda me incomodava. Eu tinha essa liberdade de escolha, mas mal conhecia as possibilidades pra poder escolher. Não me sentia preparada para a responsabilidade que uma “missão” de vida representava pra mim.

Até que, recentemente, como professora, vi que através dessa profissão eu posso ajudar as pessoas. Parece pouco, mas pensei bem e fiz as contas: tenho falado quase semanalmente para cerca de 120 jovens e adultos. Me pareceu um número bem grande até. Pensei no conteúdo das minhas aulas – Sociologia/Antropologia – e em como ter aprendido algumas coisas na faculdade foi tão importante pra minha evolução pessoal. E fiquei feliz por poder ser agora porta-voz, poder passar adiante o estímulo para a reflexão, as ideias como o combate aos preconceitos, o entendimento sobre o que é cultura, enfim, teorias, autores e estudos que no fundo sempre me permitem chegar ao ponto de abordar sobre RESPEITO. Respeito à diversidade cultual, respeito às ideologias diferentes, respeito aos direitos humanos.

Essa minha profissão me permitiu compreender que essa missão de ajudar as pessoas é uma missão de todos que estamos vivendo aqui na Terra. E eu acredito que ela nos foi dada, ou escolhida por nós, porque somos capazes de cumpri-la. Também ficou mais claro pra mim que o ajudar o próximo não é só trabalhar em algo que você acredite ser positivo pra alguém, mas é viver constantemente buscando fazer o bem. É estar ao lado da família nos momentos bons e ruins, é fazer um esforcinho naquela semana corrida pra ver um amigo, é oferecer ajuda a alguém na rua, e, talvez o mais importante, se ajudar, se cuidar, se enxergar. Ouvi recentemente essa teoria de que se estamos bem, se trabalhamos para nosso próprio fortalecimento e evolução, ninguém precisará se desgastar tentando “consertar” os outros. E pra mim faz todo o sentido. Preciso estar bem comigo para que isso transborde e atinja o outro. Preciso equilibrar esse “se doar” com o “me cuidar”. Não vale se acabar pra ser o bonzinho que ajuda todo mundo. Da mesma forma que não é legal pensar só em si mesmo e ignorar todos ao redor. EQUILÍBRIO, outra palavrinha que está sempre nos meus pensamentos.

Todos esses pensamentos que compõem esse texto me surgiram ao ler o seguinte: “Se propor a ajudar o próximo em terreno hostil como a Terra é um ser digno de honra, pois é das tarefas mais fortes e transformadoras para o Espírito que a quer experimentar”. E esse ajudar pode ser algo simples, pode não vir com todo o peso de uma árdua tarefa, mas certamente será transformador.

Eu sempre sofri com as dúvidas, as incertezas. Meu blog chama “Eis a questão…” exatamente por isso: sempre tive muitas perguntas e poucas respostas. E sempre houve angústia de que as respostas não chegassem. Agora entendo que as respostas chegam, mas com elas chegam também novas perguntas, e é isso que confere movimento à vida. Aprendi com Criolo que “não precisa sofrer pra saber o que é melhor pra você”. E sabe o que precisa? Ouvir seu coração, ouvir com atenção aquela voz interior que te diz o que é melhor, e ter fé de que cada momento te trará aprendizados, nem sempre aqueles gostosos e agradáveis, mas sempre aqueles de que você mais precisa.

Então esse texto é sobre como encontrei algumas respostas e ainda continuo com muitas dúvidas. É pra me lembrar, daqui algum tempo, que estive em transformação, e que sempre estarei. Pode ser que o que me fez entender coisas agora, não seja aquilo que vou fazer pra sempre. Mas vou me lembrar que cada momento foi de aprendizado e foi válido para que eu pudesse dar o próximo passo, espero que vocês se lembrem também.

Passamos de 1.000 seguidores!

1000

Gente, num tô acreditando nesses números: na contagem do blog já são 1.097 seguidores do Eis a Questão! Mais de 1.000 pessoinhas que clicaram em Seguir para ficar por dentro de tudo o que eu coloco aqui. Muito obrigada meeeeesmo a cada um de vocês. Sei que números não representam muita coisa, e não querem dizer que todas essas pessoas realmente visitam o blog e leem meu conteúdo, mas é bem legal observar esse crescimento numérico, sabe? Já são tantos anos de blog, períodos em que me dediquei mais e me dediquei menos, mas em todos eles sempre tive bons amigos por aqui, amigos virtuais que também têm seus blogs, amigos reais que às vezes aparecem pra espiar o que ando fazendo… Enfim, pessoas que caminham comigo e que quero aproveitar a oportunidade pra destinar minha mais sincera GRATIDÃO.

Vou aproveitar a deixa e dizer que a página do blog no Facebook ainda está engatinhando em números, ou seja, tem bem menos gente acompanhando o blog por lá. Vamos mudar isso? Convido todos a curtirem a página pra ficarem sempre atualizados sobre os posts e pra saber em primeira mão quando eu enfim realizar o primeiro sorteio do blog (que estou enrolando faz um tempão, mas uma hora vai rolar!).

>> Clique aqui pra curtir a página do Eis a Questão no Facebook <<

Também penso em começar a alimentar a página com mais frequência e com outros conteúdos além dos posts do blog, o que vocês acham? Deixem suas ideias nos comentários que vou adorar saber!

Beijos!

 

Lançamentos musicais imperdíveis!

Essa semana foram lançados dois álbuns de artistas que eu gosto muito e não podia deixar de trazer pra vocês.

O primeiro lançamento é da banda Vanguart, que apesar de ter um bom tempo de existência, eu só conheci melhor em 2014, quando eles foram fazer um show em Dourados e eu fui conhecer as músicas pra não ficar ~perdidona~ na apresentação. Desde então segui ouvindo a banda, apesar de ter ficado um pouco de lado após minha mudança de cidade (que representou muitas outras mudanças na vida).

O álbum novo deles chama “Beijo Estranho”, e tem 11 faixas inéditas que já estão disponíveis no YouTube e em outras plataformas. Deixo a playlist do álbum pra quem já quiser conferir!

 

O outro lançamento é de um dos caras mais admiráveis do cenário musical brasileiro: Criolo. Eu nem tenho palavras para explicar o quanto esse cara é importante. Mas se tem uma palavra a dizer sobre ele é: recomendo!

Essa semana ele lançou “Espiral de Ilusão”, um álbum de sambas, inédito e incrível! Conhecido pela sua trajetória no rap, ele já apresentava grande proximidade com o samba e já era notado como um nome da MPB. Inclusive, no site dele tem uma revista contendo uma entrevista muito bacana com ele! O álbum também está disponível para download no site, e disponível no YouTube.

Espero que tenham gostado e aproveitem o fim de semana com muita música boa!

Se tiverem indicações de lançamentos deixem nos comentários que vou adorar saber ;)

Beijos!

Quantas faces tem o seu preconceito?

Estou lendo um livro chamado “12 faces do preconceito”, que encontrei ao buscar bibliografia para indicar para os alunos da disciplina de Ciências Humanas e Sociais que ministro como base para a elaboração de seminários sobre o tema.

De cara me pareceu um livro bem interessante e a ideia era distribuir cada um dos capítulos para um grupo, sendo os temas: Mulheres, Racial, Homossexuais, Idosos, Jovens, Linguístico, Gordos, Baixinhos, Antissemitismo, Deficientes, Migrantes e Social.

Mas durante a leitura, para minha surpresa, encontrei o seguinte trecho:

“Eu, por exemplo, me oponho totalmente ao pessoal que deixa crescer a unha do mindinho para tirar cera do ouvido ou as mulheres celulitosas que desfilam em biquínis fio-dental, mas isso não dá a mim ou a qualquer outra pessoa o direito de prendê-las”.

Fiquei perplexa. O trecho está presente em um dos capítulos, escrito por um homem e intitulado “Entre a mamadeira e a camisinha” (identificado anteriormente como um capítulo sobre JOVENS).

Me pareceu absurdo alguém querer falar sobre preconceito e utilizar essas palavras que soam, no mínimo, como uma alfinetada. Podem dizer que não tem nada de preconceituoso na fala dele, mas eu como mulher celulitosa (essa palavra existe???) que desfila de biquíni (mesmo que não fio-dental) me senti ofendida. Principalmente porque antes desse trecho ele fala em algo “moralmente incorreto”, como se houvesse um grande problema “moral” em ter um corpo com celulite e desfrutar dele como qualquer outra pessoa. Mas o objetivo desse texto não é criticar o cara (que pesquisando melhor vi que tem posturas conservadoras e absurdas, ao ponto de eu achar que não vale a pena perder tempo).

O objetivo desse texto é propor uma reflexão sobre nossos próprios preconceitos. Me peguei pensando o quanto podemos ser “desconstruídos” em certos aspectos e em outros não. O quanto podemos sentir afinidade com certos assuntos e por isso ter facilidade pra deixar certos preconceitos, mas ter dificuldade pra deixar outros. Por exemplo, podemos ser nada homofóbicos, próximos da comunidade LGBT, super defensores da causa, mas racistas. Podemos ser muito respeitosos com os corpos alheios, evitando a gordofobia ou o bullying contra pessoas deficientes, mas intolerantes com pessoas de religião diferente da nossa.

 

Enfim, as combinações possíveis são infinitas, mas o que quero dizer é que podemos começar a mudança a partir de nós mesmos. E na minha opinião somente assim ela vai se tornar efetiva, pois com nosso exemplo podemos contagiar muito mais do que apenas com críticas aos demais.

Quantas faces tem o seu preconceito? Quantas delas você já conhece, ou já enfrentou?

Que possamos identificar, aceitar e transformar, pois sem consciência da realidade, nada faremos, sem aceitar que temos preconceitos, eles permanecerão intactos. E transformarTRANSFORMAÇÃO vem do Latim TRANSFORMARE, “fazer mudar de forma, de aspecto”, o fazer é ação, e só com ações as mudanças são possíveis.

Minha estratégia de amor

Me vi desafiada por esse vídeo a falar sobre a minha estratégia de amor. Logo de cara tive a reação de pensar “O que será que esse cara realmente quer dizer com isso?”, mas entendi que o importante é que eu saiba o que eu quero dizer com a minha resposta.

Minha estratégia de amor tem a ver com o bem e a gratidão. Pra mim o amor fica mais palpável na relação com o outro, quando fazemos o bem, quando exercitamos a empatia buscando enxergar pela perspectiva do outro e entender seus caminhos. Mas tenho começado a descobrir também um tal de amor-próprio, ainda não tenho muita intimidade com ele, mas parece que uma capacidade de ter empatia consigo mesmo.

Minha estratégia de amor tem como pilar o “fazer o bem” para mim e para os outros, em tentar oferecer minha contribuição sempre que possível.

O outro pilar que identifico por enquanto na minha estratégia é a gratidão. É esse sentimento que se desenvolve quando recebemos o amor. É como uma retribuição de amor com mais amor. É aceitar o amor e agradecer por ele com bons sentimentos. E creio que isso seja uma estratégia excelente para manter o amor como um ciclo, para manter e renovar a energia do amor em nossas vidas.

Talvez com o tempo eu mude de estratégias, ou crie novos pilares, pois tudo se transforma.

Mas quero saber, qual a sua estratégia de amor hoje?

“[…] o mundo está tão faminto até da versão condensada mais simples de qualquer coisa ligada ao amor, porque o amor não está na TV, o amor não está em lugar nenhum, não é ensinado na escola […]” (Patch Adams)

Meus livros para 2017

Em geral eu não sou muito de ler livros completos. Sempre estou lendo capítulos, trechos, principalmente dos conteúdos teóricos relacionados ao temas das minhas aulas. Por ter essa “obrigação” de ler, muitas vezes a leitura não era aquilo que eu queria fazer nas horas de lazer.

Mas ano passado a coisa começou a mudar um pouco, pois me interessei bastante por temas voltados à espiritualidade, consciência, autoconhecimento. Esse interesse me fez ler, no ano passado, dois livros que gostei muito: Manual de Instruções da Ressonância Harmônica, de Hélio Couto e Saúde das Emoções, de Alírio de Cerqueira Filho.

Daí comecei o ano de 2017 ganhando o livro Mãos de Luz, de Barbara Ann Brennan do meu pai e também comprei mais alguns livros que vou contar com detalhes pra vocês!

Atenção plena em poucas palavras – Dra. Patrizia Collard

Um livro fofo, acho que seria a melhor definição. As ilustrações são lindas, o conteúdo é bem claro e objetivo e ele é pequenino, cabe  na palma da mão. Recheado de exercícios focados na prática da atenção plena, é um caminho para o autoconhecimento através dessas meditações rápidas que já representam um grande passo para quem tem dificuldades de se desligar da correria do cotidiano.

Um novo mundo: o despertar de uma nova consciência – Eckhart Tolle

O que dizer desse livro que mal conheço e já considero pakas? Eckhart Tolle já é muito conhecido pelo livro O poder do agora, mas confesso que lendo a descrição de ambos, me interessei mais por esse que comprei, deixando o famoso pra depois. Acho que foi uma boa escolha, pois estou adorando o livro, o conteúdo e a organização em capítulos pequenos (que nos permite ler em pequenas pausas na correria do dia) me conquistaram muito!

Mulheres, comida e Deus: uma estratégia inspiradora para quase tudo na vida – Geneen Roth

Olha, sinceramente eu li muito pouco desse livro pra poder emitir opiniões. Então vou contar o que me levou a pegá-lo na prateleira e trazer pra casa: na verdade foi bem por acaso que bati o olho nele numa prateleira que fui olhar pra desviar de uma pessoa que passava na livraria. Quando li esse título fez todo o sentido pensando no meu momento de vida: sou mulher, estou tentando entender e melhorar minha relação com a comida e com Deus/espiritualidade.

O livro da Sociologia – Coleção As grandes ideias de todos os tempos

Dessa vez esse foi o único livro escolhido por objetivos profissionais. Achei um livro bem dinâmico, com resumos interessantes de temas importantes na sociologia que posso inclusive usar para preparar aulas ou até mesmo propor leitura aos alunos. Encontrei temas já conhecidos e outros nem tanto, o que é bom! Gostei bastante do fato de ter fotos, quadros, esquemas… acho que facilita a compreensão de uma forma mais leve do que com texto extensos.

 

E aí, o que estão lendo nesse ano? Me contem nos comentários!

Beijos!