Comece se amando

comece se amando

Recentemente fiz umas fotos pra um projeto super especial (contarei num próximo post!) e isso me inspirou bastante a pensar sobre amor próprio, autoestima e empoderamento.

Quem me acompanha já sabe que esses são temas muito presentes na minha vida recentemente, portanto acabam aparecendo bastante por aqui. A princípio achei que para as Mensagens do Bem não faria muito sentido, mas depois vi que faz sim, sabe porquê? Porque pra espalhar o bem por aí precisamos começar por nós mesmos.

Se queremos dar amor, precisamos receber amor, e isso começa por nós mesmos: amor próprio, o nome já diz. A capacidade de exercitar o amor por si contribui para exercitar o amor pelo próximo. Muitas vezes estamos em desequilíbrio em algum desses sentidos: ou temos excessivo cuidado com o outro e nos negligenciamos, ou nos preocupamos demais com a gente e colocamos os demais em segundo plano. Acredito que os dois tipos de desequilíbrio são prejudiciais, ao nos doarmos demais sem nos cuidar vamos nos desgastando lentamente, às vezes sem perceber, mas em algum momento isso vai nos consumir de uma forma absurda. Ao nos colocarmos como centro do universo ignorando as outras pessoas e seus sentimentos nos tornamos egocêntricos e esquecemos que como seres humanos dependemos uns dos outros e precisamos das relações para ter uma vida saudável.

Enfim, a mensagem de hoje é comece se amando, pois esse amor vai se expandir e atingir mais e mais pessoas 

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Minha estratégia de amor

Me vi desafiada por esse vídeo a falar sobre a minha estratégia de amor. Logo de cara tive a reação de pensar “O que será que esse cara realmente quer dizer com isso?”, mas entendi que o importante é que eu saiba o que eu quero dizer com a minha resposta.

Minha estratégia de amor tem a ver com o bem e a gratidão. Pra mim o amor fica mais palpável na relação com o outro, quando fazemos o bem, quando exercitamos a empatia buscando enxergar pela perspectiva do outro e entender seus caminhos. Mas tenho começado a descobrir também um tal de amor-próprio, ainda não tenho muita intimidade com ele, mas parece que uma capacidade de ter empatia consigo mesmo.

Minha estratégia de amor tem como pilar o “fazer o bem” para mim e para os outros, em tentar oferecer minha contribuição sempre que possível.

O outro pilar que identifico por enquanto na minha estratégia é a gratidão. É esse sentimento que se desenvolve quando recebemos o amor. É como uma retribuição de amor com mais amor. É aceitar o amor e agradecer por ele com bons sentimentos. E creio que isso seja uma estratégia excelente para manter o amor como um ciclo, para manter e renovar a energia do amor em nossas vidas.

Talvez com o tempo eu mude de estratégias, ou crie novos pilares, pois tudo se transforma.

Mas quero saber, qual a sua estratégia de amor hoje?

“[…] o mundo está tão faminto até da versão condensada mais simples de qualquer coisa ligada ao amor, porque o amor não está na TV, o amor não está em lugar nenhum, não é ensinado na escola […]” (Patch Adams)

Eu me amo – e não tem nada de errado com isso, muito pelo contrário

Quando alguém solta essa frase “eu me amo” pode parecer uma pessoa que “se acha”, alguém arrogante, metido. Mas nessa jornada de autoconhecimento através da qual me deparei com o amor-próprio como ferramenta de extrema importância, pude ressignificar essa frase e compreende-la de forma mais leve, vendo-a de forma mais pura, como uma afirmação do amor-próprio.

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Não tem nada de errado em se amar, muito pelo contrário, coisas incríveis acontecem quando nos amamos. Eis algumas delas:

  • Conseguimos diminuir os comportamentos autodestrutivos
  • Tomamos consciência das nossas reais vontades e necessidades
  • Conseguimos enxergar relacionamentos abusivos/negativos e nos livrar deles
  • Promovemos o autocuidado, pois nos colocamos como alguém que merece
  • Criamos coragem pra dizer não pra aquilo que realmente não queremos
  • Conseguimos expressar melhor nossos pontos de vista, pois a insegurança perde forças

Enfim, muita coisa pode mudar pra melhor quando nos amamos! Essas que listei foram algumas que aconteceram comigo… Pode ser diferente pra cada pessoa, pode ocorrer em tempos diferentes, mas digo sem dúvidas que vale a pena.

Eu me amo! E você, se ama?

 

 

Auxiliares da autoaceitação

No post que comecei a falar sobre o amor-próprio mencionei algumas coisas que me ajudaram a desenvolvê-lo, como o reiki e a terapia. No post de hoje quero compartilhar com vocês uma outra coisa que está me ajudando muito nesse processo: acompanhar vídeos de pessoas que passaram por esse processo de autoaceitação.

(Só um “ps”, autoaceitação não quer dizer acomodar-se. É permitido ter coisas que desejamos mudar, a ideia é somente que tenhamos carinho próprio, para que não sejamos dependentes dessas mudanças para estarmos felizes ou completos. Entendo agora, inclusive, que a aceitação e o amor-próprio são ótimas ferramentas para executar as mudanças que queremos, e não o contrário!)

Vocês podem encontrar diversos canais com pessoas que se sintam em sintonia, mas vou recomendar as duas maravilhosas que venho acompanhando. Elas fazem sentido pra mim principalmente por tratarem da questão de ser gorda e fatos relacionados a isso. Lembrando que podem ter pessoas lendo aqui que precisam aceitar outros pontos em seus corpos ou suas vidas, por isso recomendo que busquem canais que façam sentido para a realidade de vocês, que transmitam mensagens que se encaixem com o que estão passando. Não que estes canais estejam restritos à questão que mencionei também… Enfim, vale a pena conferir de qualquer maneira :)

Alexandrismos – da Alexandra Gurgel

Confesso que no começo não curti muito o jeito dela, mas acabei vendo parcerias e gostando tanto das ideias, que logo me vi apaixonada por essa pessoa! Sinto que ela é muito verdadeira no que diz e mostra nos vídeos, e tem um “projeto” dela que estou acompanhando, a #maratonadoamorproprio que logo deve ter um post especial aqui no blog porque inspirou muito esses posts e está contribuindo muito pro meu desenvolvimento! Assim que finalizar conto mais pra vocês!

Tá, Querida – da Luiza Junqueira

Com a Luiza a coisa já foi diferente, me identifiquei de cara com esse jeitinho fofo dela, amei o cabelo colorido e as tatuagens e simplesmente pensei: quero ser como essa moça aí! Hahaha! Também me tocou muito o documentário GORDA, que está disponível no canal dela e recomendo total. Ela me ajudou a perder o medo dessa palavra, a aceitar que tudo bem ser gorda, que isso é só uma característica física que não define todo o meu ser e que não deve ser entendida como ofensiva (exceto quando alguém usa de modo ofensivo).

Enfim, a ajuda às vezes vem de onde menos se espera. Espero ser também uma fonte assim como elas foram pra mim. Contem comigo <3

Beijos!

Introdução ao amor-próprio

Já tem algum tempo que estou numa jornada de auto conhecimento. Já falei pra vocês um pouquinho sobre o reiki, sobre a terapia, mas hoje quero falar sobre o ponto chave do processo: o amor-próprio.

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Demorou um pouquinho para que eu percebesse que o amor-próprio era a chave para todas as mudanças que eu desejo e sentia que não ia conseguir. Mas agora, com muita ajuda, leitura, vídeos e reflexões, entendi que nada do que vem de fora tem poder real sobre mim.

Na verdade até tem, mas um poder negativo que agora estou aprendendo a me livrar. Os outros tem o poder de me deixar pra baixo, mas só quando eu permito, e agora não permitirei mais. Não darei mais ouvidos aos que dizem que eu preciso emagrecer pra fazer qualquer coisa. Não darei ouvidos a quem diga o que eu preciso fazer pra ser feliz, pois isso só eu sei, e só vou descobrir quando parar de ouvir o exterior pra ouvir o interior.

Então é assim: entendi que o caminho da transformação é só a gente que constrói, ele vem de dentro, nós criamos a partir do que descobrimos sobre nós mesmos. O caminho do outro pode ter sido muito bom pra ele, mas provavelmente não será o melhor para nós.

Nessa trajetória eu precisei aprender a me impor. Não de uma maneira ruim, me colocando com ar de superioridade ou impondo minhas preferências, mas me impor como eu mesma, ser capaz de fazer minhas escolhas, ser completa, com qualidades e defeitos, com certas preferências, com certas convicções. E olha, pode parecer muito simples ser você mesmo, mas nem sempre é, pra mim não foi.

Eu sempre me preocupei muito com os outros, com o que pensariam, com o que sentiriam, sobre o que estavam esperando de mim. E muitas vezes eu agi e fiz escolhas pensando nisso. Pautei decisões importantes em “fulano recomendou, então deve ser bom”. E quando me dei conta do quanto isso foi negligente, fiquei pasma. Agora me parece óbvio que só eu posso ser responsável pelas minhas escolhas. Imagina só lidar com as consequências de uma escolha feita pra agradar outra pessoa? Tem muito potencial pra gerar raiva, desconforto, culpar o outro.

Agora me parece óbvio também que sou eu que devo tomar as decisões com base no que eu acredito e desejo, pois, afinal, serei eu que lidarei com as consequências, sejam boas ou ruins. Não me imagino mais carregando consequências de escolhas que os outros fizeram por mim, e acho que ninguém merece esse fardo. Mas, como sempre, não é fácil se desvencilhar. Porque nem sempre é fácil saber o que realmente queremos. Porque nem sempre é fácil ter coragem de assumir os riscos das nossas próprias decisões sem ter ninguém pra culpar se tudo der errado.

Mas o amor-próprio ajuda, e muito. Ele nos faz enxergar o que temos de bom. Ele nos mostra que somos capazes de tomar as melhores decisões pras nossas vidas. Ele nos deixa seguras de quem somos, mesmo que não tenhamos certeza do que isso significa. Ele nos faz confiar mais na nossa intuição, a ouvir mais o nosso coração sem medo.

O amor-próprio traz consigo o autocuidado. E quando nos cuidamos, nos amamos. E quando nos amamos, enxergamos nosso potencial. E enxergando nosso potencial, nos permitimos ir mais longe. Nos permitimos dizer não ao que nos faz mal e dizer sim para o que realmente importa em nossas vidas.

O amor-próprio nos aproxima da verdade. A verdade que está dentro de nós, geralmente escondida, esquecida, perdida debaixo de camadas e mais camadas de crenças limitantes que nos foram ensinadas desde sempre. Limpar essas camadas não é o processo mais agradável de se fazer, digo porque creio estar exatamente nesse momento. É aquela parte chata de encarar as mentiras que guardamos com tanto carinho. É a parte de desapegar de crenças confortáveis que no fundo sabemos que não dá pra manter. É a parte de entender que só nós mesmos podemos fazer essa limpeza – por mais que você tenha pessoas te auxiliando elas não podem fazer por você.

 

Gorda e saudável, é possível?

(Geralmente eu escrevo as coisas mais em “off” aqui no blog, mas dessa vez me desafiei e fui fazer textão no Facebook porque acho que lá tem uma exposição diferenciada. Aqui talvez até alcance mais pessoas, mas eu realmente precisava falar tudo isso para aqueles que convivo diariamente, sabe? Para a família, amigos, colegas, alunos, professores, enfim, pra todo mundo entender um pouco a questão e de repente parar pra pensar sobre). 

Então, deixo aqui o link pro post original do Face e também a cópia pra quem quiser ler por aqui mesmo:

Hoje assisti alguns vídeos do Canal Alexandrismos e a cabecinha começou a funcionar e mil pensamentos emergiram. A partir disso, pensei em como a minha necessidade de aprovação externa (das outras pessoas) era uma das coisas que eu sinto precisar mudar em mim para viver melhor. E daí lembrei de tantas vezes que precisei pedir um ok de alguém sobre a roupa que vesti, sobre coisas que escrevi, ou qualquer outra coisa. E lembrei também que escrevi um texto essa semana e estava super insegura sobre postar ou não, e a primeira coisa que me surgiu foi pedir pra alguém ler e me dizer se estava bom, se fazia sentido ou sei lá. POR QUE? Por que não me sinto bem em simplesmente expor o que eu penso, sinto, quero? Me dei conta de que isso demonstra uma falta de auto confiança da minha parte. E, claro, essa não é uma questão que irá se resolver de uma hora pra outra, mas resolvi fazer um teste, me desafiando a postar sim o texto que escrevi, e ainda escrever isso tudo aqui que você acabou de ler pra contextualizar. Então vamos lá descobrir o que acontece quando agimos diferente do que estamos acostumadas! Ah, também não posso deixar de mencionar a lynda Luiza Junqueira do Canal Tá, Querida que também está me ajudando muito nesse processo de auto aceitação. E tem também a Jessica Tauane do Canal Gorda de Boa que é incrível! Enfim, só pra citar algumas das mulheres gordas maravilhosas da internet que estão fazendo um trabalho incrível ajudando minas a se amarem do jeito que são

Mas vamos ao texto que mencionei acima:

Seria cômico se não fosse trágico: hoje fui até a ginecologista levar os meus resultados de exames de sangue para ela verificar. De antemão – visto que no último ano ganhei 10 quilos e que estes são apenas parte de um ganho de peso que já vem acontecendo há um bom tempo – já me preparei para alguma alteração que provavelmente me forçaria a mudar alguns hábitos. Pensei em como talvez isso seria até bom, aquele empurrãozinho de que eu necessitava pra aderir a uma vida mais saudável, me alimentando “melhor” e fazendo atividade física com mais frequência (a receita mágica para emagrecer que nos vendem em qualquer esquina ou postagem do mundo fitness). Afinal, gorda assim certamente não estou saudável – reproduzi mais uma vez aquele discurso da galera da patrulha da “saúde”. E, PASMEM, a médica olhou meus exames e falou que está TUDO ÓTIMO. Antes que eu pudesse mais uma vez questionar como isso seria possível já que sou gorda, simplesmente sorri, quase que um sorriso de vingança do mundo: POSSO SER GORDA E SAUDÁVEL SIM! Ainda me sinto na obrigação de mudar meus hábitos alimentares e voltar para práticas mais regulares de atividade física, mas agora estou mais consciente de que minha saúde não se resume só ao meu peso. Agora entendo muito mais que a patrulha do peso está sim mais preocupada com a nossa aparência do que com a nossa saúde. Agora entendo muito mais o quanto as pessoas sofrem com gordofobia diariamente sim, e o quanto é ruim esse monte de gente dizendo que é tudo mimimi enquanto pessoas reais estão sofrendo com tudo isso. Agora entendo muito mais as blogueiras/youtubers/pessoas gordas que defendem a necessidade de nos amarmos como somos acima de todas as regras impostas por anos (mas ainda não cheguei nesse nível de me amar incondicionalmente, ainda). Agora entendo que se eu achar necessário mudar meus hábitos vai ter que ser algo que parta de mim mesma e seja por mim mesma, e não pra agradar alguém ou me encaixar no padrão (até porque isso sempre esteve presente e não me fez mudar nadinha). Enfim, esse é um desabafo que eu realmente precisava fazer, por mim mesma e por todas que se identificam com essa questão. Vamos sim nos preocupar com a nossa saúde, mas não vamos esquecer que nosso peso é só um número que significa muito pouco perto de tudo o que realmente somos e podemos ser!

 

Atualização:

Fiquei um tempão na indecisão pra apertar o “Publicar” no Facebook. Fiquei pensando se no fundo não era só uma necessidade de chamar atenção, fiquei pensando em quem ia ler e o que iam pensar (pensei na família, nas amigas magras, nos alunos, nos machos desagradáveis). Apertei e saí correndo. Depois de um tempo começaram a aparecer notificações de comentários e a curiosidade de geminiana me obrigou a abrir. E olha, até agora só comentário maravilhoso 

Transformando algumas metas {Primeiro post de 2016}

Quem leu meu último post de 2015 sacou que estou numas de desapegar de metas, certo?

E esses dias andei olhando a minha lista de 101 coisas em 1001 dias e vi que algumas coisas não fazem mais sentido pra mim… E sendo assim, porque manter essas metas?! Vamos mudar!

Resolvi que não vou eliminar nenhuma meta, mas transformar aquelas que não fazem muito sentido em algo que faça.

Então vou fazer uma lista das metas antigas e logo abaixo a meta nova, com uma breve explicação sobre a mudança:

9- Mandar fazer buttons com desenhos que fiz no COLOURlovers

9- Fazer mais imãs com desenhos que fiz no COLOURlovers

Bem, já fiz alguns imãs com desenhos que fiz nesse site e ficou muito bacana. Já presenteei algumas pessoas com eles e usei vários num mural de fotos que fiz na lateral da minha geladeira (foto abaixo), então acho que vai ser mais interessante fazer mais disso do que buttons, que já nem tenho usado mais e acho que é algo que as pessoas utilizam menos também.

12- Perder 5 kg até o final dos 1001 dias

12- Buscar caminhos para ter uma relação melhor com a comida/alimentação

Com algumas questões que aconteceram comigo recentemente resolvi buscar ajuda pra entender algumas coisas que me incomodavam e tinham relação com comida/alimentação. Me lembrei de um blog que eu já acompanhava e achava bem bacana, o Não Sou Exposição, e falando com a Paola, nutricionista responsável pelo blog, entendi algumas coisas bem importantes que me fizeram querer mudar essa meta.

Vou pontuar algumas coisas que acho interessantes, porque creio que possa ajudar outras pessoas também:

  • Peso é só um número, e ele não determina quem você é.
  • “Quem escolhe a sua alimentação não são os outros, é você.” (Paola)
  • “Harmonize seu relacionamento com a comida. Entenda que você pode consumir e saborear de tudo, sem excessos e sem culpa.” (Paola)
  • Emagrecer pode ser uma ótima consequência de um bom relacionamento com a comida, mas se isso for a meta, provavelmente só vamos nos encher de cobranças e ansiedade, o que nos prejudica de muitas formas.
  • Você não está sozinh@, procure ajuda sempre que achar necessário.
  • “Não é mudando que você vai se amar. É se amando que você vai mudar.” (Paola) → minha preferida ♥

 

16- Escrever frases bacanas em Post It e colar pela cidade

16- Manter as postagens na categoria Mensagens do Bem

Bom, essa meta poderia ser executada ainda, mas fazia mais sentido quando eu circulava por SP. Agora fico muito em casa dissertando e além da facilidade de mandar as frases bacanas pelo computador, tem o fato de que por aqui creio que elas possam atingir mais pessoas. Tenho tido um retorno muito positivo com os posts de mensagens do bem, então vamos continuar fazendo o que já está dando certo :)

 

57- Terminar de colorir meu livrinho de mandalas

57- Continuar colorindo mandalas

Gente, essa é realmente uma meta que está fora de cogitação! Rsrsrs… Antes eu tinha UM livrinho de mandalas, e agora tenho VÁRIOS!!! Além da quantidade não ajudar, tem o fato de que as mandalas não são coisas a serem feitas roboticamente, a coisa tem seu próprio ritmo, nós temos o nosso ritmo que determina nossas atividades. Então nada de pressa para terminar de colorir algum livro, e sim uma meta de seguir colorindo mandalas, que é algo que me proporciona muita coisa boa!

74- Conhecer a primeira namoradinha do meu irmão

74- Me divertir com o meu irmão

Gente, sério, da onde eu tirei essa ideia? Dá até vergonha. Primeiro que é uma coisa totalmente fora do minha alçada. Segundo que meu irmão vai namorar no tempo dele e eu não tenho nada a ver com isso. Terceiro que pode não ser uma namoradinha, né? Enfim, tem tanta coisa errada nessa meta que só transformando ela em algo bem positivo vai ter salvação. Passar um tempo juntos, nos divertindo vai ser uma boa saída :)

 

Bom gente, é isso: algumas metas transformadas, um novo ano começando e ótimas perspectivas!

Beijos!