Trabalho voluntário: o que tenho aprendido

Eu ando meio sumida e nem sei se contei pra vocês sobre um projeto maravilhoso que está enchendo meu coração de alegria e bom ânimo: a Casassa (pronúncia: Cazaça).

A Casassa é um projeto de acolhimento à população LGBT+ em situação de vulnerabilidade – especialmente naqueles casos em que pessoas são expulsas de casa por sua orientação sexual ou identidade de gênero, vista como inadequada pelos familiares – com certeza você já ouviu falar disso, na vida real ou na ficção.

Enfim, o projeto está se desenvolvendo, se estruturando e creio que logo iremos abrir as portas oficialmente para o acolhimento. Por enquanto já temos ações para arrecadar fundos e integrar a comunidade LGBT+ de Presidente Prudente e região.

Mas mais do que apresentar o projeto – e convidar vocês pra acompanharem a gente no Facebook e Instagram – quero falar da minha experiência com o voluntariado.

Sabe, eu sempre achei lindo trabalho voluntário. Sempre foi algo que admirei e ficava pensando: “um dia vou fazer isso!”, mas o dia não chegava. Às vezes eu até me sentia mal por não fazer algo do tipo, sentia que eu estava devendo pra sociedade de alguma forma. Mas eu simplesmente não sentia uma afinidade que me fizesse participar de fato de algum projeto voluntário. Eu sempre acabava fazendo doações, mas nunca indo botar a mão na massa. Isso sempre foi mais fácil, mas não quero de forma alguma dizer que essa parte é menos importante. Na verdade eu acho que todo tipo de ajuda é válido, e não vejo graça em diminuir qualquer tipo. Mas eu ainda sentia necessidade de me envolver mais profundamente com alguma coisa. Talvez eu só não estivesse pronta, ou talvez precisasse de um projeto que me contagiasse como a Casassa me contagiou.

Vou contar a historinha de como tudo começou: de repente fui colocada num grupo de Facebook da tal Casassa, vários amigos faziam parte também e lendo sobre a iniciativa achei bem legal. Só depois entendi que a iniciativa ainda era embrionária, estava sendo construída, e haveria uma reunião para tratar do assunto. A reunião era num dia e horário que eu podia comparecer, então fui. Cheguei sozinha e identifiquei um total de zero pessoas conhecidas. Mas os desconhecidos pareciam ser legais e me senti bem.

No decorrer da reunião já aconteceu algo bem diferente: identifiquei que haviam pessoas trans ali. Dois homens e uma mulher. EU NUNCA HAVIA ESTADO NUM AMBIENTE COM PESSOAS TRANS. Pelo menos não que eu soubesse. E foi muito importante, despertou em mim muitas reflexões sobre como essas pessoas são invisibilizadas e excluídas dos espaços sociais. As histórias contadas por elas contribuíram ainda mais pro meu interesse pelo projeto: as pessoas LGBT+ precisam realmente de ajuda.

E de repente fui num segunda, terceira, quarta reunião. E quando me dei conta estava envolvida de corpo e alma. Em menos de um mês os colegas de projeto se tornaram amigos, pois as afinidades inegáveis nos aproximaram rapidamente. Até modelo fotográfica pra divulgação do bazar eu fui (um belo exercício de autoestima, considerando que a minha beleza está fora dos padrões estabelecidos).

 


Tenho aprendido em cada etapa. Aprendido sobre mim, sobre os outros e sobre o mundo. Gosto de listas, então pra contemplar o título desse post, vou listar algumas coisas que aprendi:

  • Vá atrás do que você quer, do que te interessa, mesmo que sozinho.
  • Não deixe o desânimo dos outros atingir você, você não precisa de apoio em tudo o que for fazer.
  • As pessoas são diferentes, entenda e respeite isso.
  • Respeite o seu limite, seu espaço, tempo e necessidades.
  • Encontre projetos que despertem o que há de bom em você.
  • Lidar com pessoas desperta também coisas ruins. Aproveite para encará-las e descobrir como melhorar.
  • Faça sua parte da melhor forma possível e ficará com a consciência tranquila.
  • Não se compare aos outros ou espere que façam as coisas como você.
  • No trabalho em grupo é importante estar disposto a abrir mão de algumas coisas.
  • No trabalho em grupo é importante se colocar com firmeza quando necessário.
  • No trabalho em grupo é importante ouvir, falar, repensar e refazer.
  • Cresço mais em contato com os outros do que isolada comigo mesma.
  • Quando o objetivo é o bem e o amor, as coisas fluem.
  • Identificar quando fez merda e se perdoar é importante.
  • Identificar quando fez merda e pedir desculpa aos outros é importante.
  • Nada sairá exatamente como o planejado, e está tudo bem.
Equipe da Casassa no BAZARSASSO

Espero que tenham gostado! Alguém aí faz trabalho voluntário? Adoraria saber algumas histórias sobre esse assunto, deixem nos comentários!

Beijos!

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5 filmes que assisti nos cinemas em Outubro

Sim, nem é fim do mês e fui aos cinemas ver 5 filmes! Mas vamos contextualizar: viajei pra São Paulo no feriadão e como na minha cidade os filmes são bem restritos, sempre que vou pra capital tento aproveitar ao máximo!

A boa notícia foi que em dois desses filmes paguei apenas R$2,00 no ingresso! Foram eles: Uma mulher fantástica e As duas Irenes. Ambos assistidos no Cine Olido, sala de cinema localizada na Galeria Olido, no centro de SP. Esses filmes faziam parte do Circuito SPcine, um projeto com intuito de democratizar o acesso ao cinema (muito válido inclusive, pois em SP os ingressos são bem caros em salas comuns, como aquelas de shoppings!).

Vamos aos comentários sobre os filmes?! Não vou contar a história e do que tratam, mas deixo o trailer pra contextualizar. A ideia é comentar minhas percepções pessoais sobre as obras, e quem sabe incentivar aqueles que ainda não assistiram!

 

O melhor professor da minha vida

Acho que foi um dos meus preferidos dessa temporada, não só por me identificar diretamente – por ser também professora e enfrentar a necessidade latente de encontrar formas inovadoras de ensino para transpor a forma tradicional que já não funciona bem – mas também pela história, pelos personagens e pela mensagem que considero muito relevante. Pra mim, reforçou a questão da existência das desigualdades sociais e a forma como isso prejudica as novas gerações, mantendo o abismo entre as classes sociais. Por outro lado, também mostrou algum otimismo ao vermos através do exemplo que uma mudança é possível, difícil, mas possível.

Uma mulher fantástica

Importantíssimo para visualizarmos a posição de uma pessoa trans na sociedade atualmente. A invisibilidade, o preconceito, a violência e, o que mais me chamou atenção, a forma como não se consegue ver essas pessoas como iguais. Algumas cenas que acredito terem pretensão de apresentar uma simbologia acabam ficando um pouco confusas ou forçadas, mas no geral achei um filme interessante, não apenas pela questão da transexualidade, mas pela história em si.

As duas Irenes

Um filme Brasileiro com B maiúsculo. Despertou memórias, reconhecimentos, nostalgias. Não só pela idade e fase das meninas, pelas quais todos passamos, mas pela fotografia e cenografia que me levaram a retomar as férias na fazenda com móveis antigos, a sensação de liberdade de morar em cidade pequena. A questão do patriarcado aparece sutilmente, mas de forma notável. Trata de questões familiares complexas com uma delicadeza interessante.

A menina índigo

Confesso que no início tudo indicava que seria um filme “bobinho”, um filme que teria um grande potencial, mas uma abordagem fraca demais. Mas acabou me surpreendendo positivamente, principalmente quando entendi que o tema é muito novo para a maioria das pessoas, e uma abordagem mais complexa iria atrapalhar. Assim, acho que o filme cumpre seu papel ao trazer o assunto à tona, ao nos fazer pensar sobre as mudanças que estamos enfrentando no mundo e sobre como podemos lidar com tudo isso.

Como nossos pais

Um drama reflexivo e super atual. Feminismo, monogamia, relações familiares, educação, liberdade, desejos: tudo isso aparece na história. Acho que no fim, pra mim, ficou uma mensagem de que, apesar do “ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais”, podemos romper o ciclo. Podemos identificar os erros e tentar não repeti-los, assim como aprendemos a copiar os acertos. Na verdade, entendo que importante é saber trilhar nosso próprio caminho, sem se prender aos padrões, sejam familiares ou sociais. Quando o filme desperta essas reflexões dá pra dizer que é bom, certo?

E aí, gostaram? Quem já viu algum desses filmes? Adoraria ver nos comentários as percepções de vocês sobre eles! E pra quem não assistiu, me conta se ficou afim de ver algum!

Beijos!

 

Meus livros para 2017

Em geral eu não sou muito de ler livros completos. Sempre estou lendo capítulos, trechos, principalmente dos conteúdos teóricos relacionados ao temas das minhas aulas. Por ter essa “obrigação” de ler, muitas vezes a leitura não era aquilo que eu queria fazer nas horas de lazer.

Mas ano passado a coisa começou a mudar um pouco, pois me interessei bastante por temas voltados à espiritualidade, consciência, autoconhecimento. Esse interesse me fez ler, no ano passado, dois livros que gostei muito: Manual de Instruções da Ressonância Harmônica, de Hélio Couto e Saúde das Emoções, de Alírio de Cerqueira Filho.

Daí comecei o ano de 2017 ganhando o livro Mãos de Luz, de Barbara Ann Brennan do meu pai e também comprei mais alguns livros que vou contar com detalhes pra vocês!

Atenção plena em poucas palavras – Dra. Patrizia Collard

Um livro fofo, acho que seria a melhor definição. As ilustrações são lindas, o conteúdo é bem claro e objetivo e ele é pequenino, cabe  na palma da mão. Recheado de exercícios focados na prática da atenção plena, é um caminho para o autoconhecimento através dessas meditações rápidas que já representam um grande passo para quem tem dificuldades de se desligar da correria do cotidiano.

Um novo mundo: o despertar de uma nova consciência – Eckhart Tolle

O que dizer desse livro que mal conheço e já considero pakas? Eckhart Tolle já é muito conhecido pelo livro O poder do agora, mas confesso que lendo a descrição de ambos, me interessei mais por esse que comprei, deixando o famoso pra depois. Acho que foi uma boa escolha, pois estou adorando o livro, o conteúdo e a organização em capítulos pequenos (que nos permite ler em pequenas pausas na correria do dia) me conquistaram muito!

Mulheres, comida e Deus: uma estratégia inspiradora para quase tudo na vida – Geneen Roth

Olha, sinceramente eu li muito pouco desse livro pra poder emitir opiniões. Então vou contar o que me levou a pegá-lo na prateleira e trazer pra casa: na verdade foi bem por acaso que bati o olho nele numa prateleira que fui olhar pra desviar de uma pessoa que passava na livraria. Quando li esse título fez todo o sentido pensando no meu momento de vida: sou mulher, estou tentando entender e melhorar minha relação com a comida e com Deus/espiritualidade.

O livro da Sociologia – Coleção As grandes ideias de todos os tempos

Dessa vez esse foi o único livro escolhido por objetivos profissionais. Achei um livro bem dinâmico, com resumos interessantes de temas importantes na sociologia que posso inclusive usar para preparar aulas ou até mesmo propor leitura aos alunos. Encontrei temas já conhecidos e outros nem tanto, o que é bom! Gostei bastante do fato de ter fotos, quadros, esquemas… acho que facilita a compreensão de uma forma mais leve do que com texto extensos.

 

E aí, o que estão lendo nesse ano? Me contem nos comentários!

Beijos!

Eu me amo – e não tem nada de errado com isso, muito pelo contrário

Quando alguém solta essa frase “eu me amo” pode parecer uma pessoa que “se acha”, alguém arrogante, metido. Mas nessa jornada de autoconhecimento através da qual me deparei com o amor-próprio como ferramenta de extrema importância, pude ressignificar essa frase e compreende-la de forma mais leve, vendo-a de forma mais pura, como uma afirmação do amor-próprio.

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Não tem nada de errado em se amar, muito pelo contrário, coisas incríveis acontecem quando nos amamos. Eis algumas delas:

  • Conseguimos diminuir os comportamentos autodestrutivos
  • Tomamos consciência das nossas reais vontades e necessidades
  • Conseguimos enxergar relacionamentos abusivos/negativos e nos livrar deles
  • Promovemos o autocuidado, pois nos colocamos como alguém que merece
  • Criamos coragem pra dizer não pra aquilo que realmente não queremos
  • Conseguimos expressar melhor nossos pontos de vista, pois a insegurança perde forças

Enfim, muita coisa pode mudar pra melhor quando nos amamos! Essas que listei foram algumas que aconteceram comigo… Pode ser diferente pra cada pessoa, pode ocorrer em tempos diferentes, mas digo sem dúvidas que vale a pena.

Eu me amo! E você, se ama?

 

 

DICA: Passeios em São Paulo #1

Oi gente! Tudo certo?

Como agora estou morando no interior e a rotina de trabalho não me permite muitas viagens, resolvi passar uns dias das minhas férias na capital!

Pra quem não sabe, eu já morei um ano em SP, e vou pra lá sempre que possível. Quando a gente mora é bem diferente, acabamos acomodados, nem aproveitamos muita coisa. Mas dessa vez fui numa proposta de turistar mesmo, e quero contar tudo pra vocês!!!

Algumas coisas já são bem básicas pra mim, coisas que faço toda vez, mas que pra quem não conhece é bem interessante, por isso vou comentar tudinho aqui.

Pra não ficar muito cansativo, vou fazer uma proposta de “diário de viagem”. Como foram oito dias em São Paulo, vou dividir em dois posts: esse é o primeiro, onde vou comentar as atividades dos primeiros 4 dias! Vem comigo!!!

Primeiro dia (sábado)

Cheguei em SP num sábado de manhã, e como sempre, tirei a manhã pra descansar da viagem. Nesse dia já tinha um rolê marcado: o JazzRaial organizado pelo Jazz na Kombi, que aconteceu na Vila Madalena. A proposta era de uma festa junina, com barraquinhas de comidas e bandeirinhas, mas ao som de jazz! Doido, né?! Eu achei super inusitado e como o convite partiu de uma amigona (a Gringa, que vocês já devem ter ouvido falar por aqui) fomos!

Como chegamos no local e ainda não tava rolando um som, resolvemos ir até o Beco do Batman, que apesar de ter ouvido falar bastante, eu nunca tinha ido! E olha, essa decisão foi uma das melhores da viagem: eu simplesmente amei o lugar *-*

Um dos cantinhos incríveis do Beco do Batman!

 

Eu e ela com a arte que mais amamos *-*

Segundo dia (domingo)

Uma coisa bem legal de SP é que sempre tem programas gratuitos e, em geral, pra todos os gostos! Em pleno domingão rolou o Nívea Viva Rock Brasil, com Nando Reis, Os Paralamas do Sucesso, Paula Toller e diversos convidados cantando clássicos do pop rock brasileiro.

Foi bem bacana, mas tem que ter disposição! A gente acabou assistindo pelo telão um pouco mais distantes da muvuca… hehehe!

Migos curtindo o show ;)

E depois pedimos uma pizza, o que é praticamente um programa imperdível em SP já que lá tem milhares de pizzarias!

Terceiro dia (segunda)

Pra quem pensa que é só no fim de semana que tem coisas pra fazer em SP já vou avisando: você está enganado! A semana todinha tem programas bacanas, e planejando antes com certeza vai conseguir preencher todos os dias com atividades legais.

Mais uma vez a Gringa foi maravilhosa e encontrou um rolê incrível pra gente fazer em plena segundona: a gravação do Programa Manos e Minas, da TV Cultura, com o incrível Black Alien, rapper que ela me apresentou e que tem uma música que virou nosso mantrinha, essa aqui:

Foi nossa primeira vez na gravação de um programa de TV, e ficamos bem felizes de ter sido na Cultura, uma emissora diferenciada e cada vez mais necessária no contexto de TV aberta que temos no Brasil hoje. Além disso, o programa está sendo filmado num teatro, um espaço super bacana, a apresentadora Roberta Estrela D’Alva é uma gracinha e o cenário está demais!

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Nozes no Manos e Minas!

Além do Black Alien, estiveram presentes as minas do Slam do Corpo, apresentando uma poesia forte, desconstrutora e emocionante. Não dá pra explicar direito o que rola, mas a definição é a seguinte:

“O Slam é uma batalha de poesias, um jogo, uma celebração. Slam do Corpo é o primeiro Slam de surdos e ouvintes do Brasil. Duplas de poetas (um surdo e um ouvinte) se apresentam ao mesmo tempo em português e Língua Brasileira de Sinais, criando um encontro potente entre as línguas.” (Fonte: Centro de Pesquisa e Formação – SESC São Paulo)

O programa ainda não foi ao ar, então fique atento à TV Cultura nos próximos sábados, o Manos e Minas começa às 19h!

Saindo da gravação bateu aquela fominha e fomos ao famoso Bar do Estadão comer um lanche e tomar uma cerveja! Não comemos o famoso sanduíche de pernil, mas olha, lá tem opções pra todos os gostos, e o melhor: 24h horas por dia!

Um brinde!

Quarto dia (terça)

Nesse dia fomos almoçar na Paulista e passear por lá. Paulista é sempre Paulista. Mesmo que seja pra não fazer nada, vale a pena. Daí, enquanto estávamos simplesmente andando e conversando por ali lembramos de uma coisa: terça-feira em SP tem um programa gratuito imperdível: visitar o MASP!

A visita nos outros dias da semana é paga, mas é sempre bom economizar, não é mesmo?Eu confesso que esse era um daqueles programas que eu tinha vergonha de dizer que ainda não tinha feito em SP, afinal, o Museu é uma referência, seja por sua arquitetura, seja pelo seu acervo que conta com obras de artistas renomados.

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Acervo do MASP :)

Além do acervo fixo, havia no dia da nossa visita uma exposição temporária chamada “Histórias da infância“, que apresenta a infância de diversas formas através de quadros, fotos, vídeos, entre outros meios. Fiquei bem impressionada, tem obras incríveis!

Depois de visitar o MASP, decidimos descer a Augusta a pé rumo ao Centro, onde costumo ficar. Andar pela Augusta também é um programa bacana, tem várias lanchonetes, restaurantes e lojas legais. Chegando na altura da Praça Roosevelt resolvemos mudar o caminho pra dar uma passada pela praça, reduto dos skatistas que no fim da tarde estavam lá a todo vapor. Sentamos e ficamos curtindo ver o trânsito ao longe, a noite caindo, o pessoal curtindo.

Bom pessoal, esse foi o resumo dos primeiros dias dessa viagem!

Espero ter dado boas dicas! O que vocês acharam?

Aguardem a parte 2!

Beijos

 

 

 

 

Batom Matte – O queridinho do momento!

Acho que se tem um produto de maquiagem que está em alta no momento é o batom matte! Com versões em bastão e líquida, com cores variadíssimas, marcas diversas, esse foi um produto que me conquistou pela beleza e resolvi aderir!

A boa notícia é que aderir não necessariamente quer dizer comprar!!!

Conheci através de um amigo uma dica incrível para transformar o batom cremoso que já temos em casa em batom matte: aplicando pó translúcido.

Olha só que efeito lindo ficou:

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Nesse caso usei produtos da Mary Kay, não lembro qual foi o batom… Mas o pó translúcido da marca é incrível e acabei adquirindo um!

Pra vocês entenderem melhor, pesquisei vídeos e vou deixar um aqui pra vocês verem direitinho como fazer o processo (pule para 1:10 se quiser ir direto pro tutorial):

Se você puder investir na compra de um batom matte vale a pena pesquisar bem, pois há de diversas marcas, preços e tipos.

Eu resolvi fazer esse investimento pois queria um batom matte líquido. Saí pesquisando e escolhi o Batom Liquido Matte Dailus PRO na cor Pecado (54). Olha ele aqui:

O batom líquido não é muito fácil de aplicar, vai depender muito da sua habilidade. Como eu não tenho muita, pesquisei vídeo pra isso também, e como gosto muito da Lu Ferraes (que por sinal é a única youtuber de make que eu acompanho) selecionei esse vídeo dela:

Já usei esse batom e estou amando! Se quiserem posto depois fotos de como ele ficou pra mim :)

Beijos!

Tutorial do Relacionamento Duradouro!

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Podem rir com esse título porque é brincadeira sim! Hahahaha!

Vocês já devem saber que eu não curto a ideia de receitinhas prontas pra nada na vida (exceto para cozinhar, né?!). Não acho que alguém possa dizer o que o outro deve fazer para ter sucesso em algum âmbito, afinal as pessoas são diferentes, as situações são diferentes e sempre há um contexto específico pra cada caso.

Explicada a parte séria, vamos ao bom humor que me fez criar esse tutorial!

Estive com algumas amigas recentemente e elas me questionaram sobre qual era o “segredo” pra ter um relacionamento que já dura mais de 8 anos. Daí resolvi fazer uma brincadeira e mandei pra elas este pequenos passo-a-passo! Confiram:

Passo 1: Encontre um boy que valha a pena.

Passo 2: Não deixe o boy escapar e nem se aproximar de piriguetes.

Passo 3: Construa uma relação de confiança, companheirismo, respeito e amor (tem muito mais, mas os principais são esses… kkk).

FIM. Felizes para sempre. (Ou até que dê alguma merda ^^’)

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Bem que podia ser simples assim, né gente?! Hahaha!

Mas agora falando sério, tem até algumas dicas que podem ser dadas sobre relacionamentos, mas não tem receita.

As dicas que posso dar com base na minha experiência são principalmente essas que citei no Passo 3,  e outras como prezar pela comunicação entre os parceiros, pela dedicação das duas partes e por um tantinho de compreensão, pois o outro sempre será diferente de nós e é interessante tentar ver as coisas não apenas pela nossa perspectiva.

Mas é claro que tudo vai depender de diversos fatores!

E aí, alguma dica pro relacionamento durar?! Mande nos comentários!

Beijos!

 

Minhas séries favoritas

Como em quase tudo na minha vida, sou eclética também com relação à séries/seriados.

Vou listas aqui as minhas preferidas (até agora) e falar um pouquinho sobre elas!

Grey’s Anatomy

Descrição: Meredith é uma jovem cirurgiã no Seattle Grace Hospital. Ela e seus colegas Cristina Yang, Izzie Stevens, George O’Malley e Alex Karev, que também são residentes, eram estudantes até pouco tempo. Hoje, eles são médicos em um mundo onde o aprendizado pode ser uma questão de vida ou morte, e ainda precisam lidar com os problemas de suas vidas pessoais.  (Essa é a descrição inicial, referente às primeiras temporadas. Muita coisa vai mudando no decorrer da série!!!)

Temporadas: 10

Meus comentários: Queridinha das queridinhas e primeira série que comecei a seguir. Já está na 10ª temporada, e tenho visto muita gente questionando os rumos que está tomando. Mas eu ainda curto bastante, a gente se apega de certa forma, e nas séries, assim como na vida real, nem sempre as coisas saem como esperamos. E poxa, em 10 temporadas não dá pra ficar tudo igual mesmo, né?!

The Big Bang Theory

Descrição: Leonard  e Sheldon são dois brilhantes físicos que dividem o mesmo apartamento. Suas vidas se complicam quando uma belíssima  jovem, porém pouco inteligente, Penny, se muda para o apartamento do lado. A chegada de Penny perturba um pouco a Sheldon já que ele prefere passar as noites jogando Klingori Boggle com seus amigos e colegas de trabalho e também cientistas, Wolowitz e Koothrappali. Contudo, Leonard vê em Penny a possibilidade de aprender a interagir com as mulheres e sente que ela é um novo mundo cheio de possibilidades, e quem sabe, do amor. Sheldon acha que isso é um sonho que nunca se realizará, porém, talvez estas mentes brilhantes possam aprender algumas coisas com a jovem.

Temporadas: 7

Meus comentários: Não lembro como foi que comecei a seguir, mas é simplesmente cativante! Os personagens com suas características especiais, fazem da série a mais divertida dentre as que assisto. Muitos elementos do universo nerd, com boas sacadas!

Awkward

Descrição: Jenna Hamilton é uma jovem que sofre um acidente no banheiro, o qual passa a ser considerado por todos na escola como uma tentativa de suicídio. A partir daí, ela se torna uma celebridade. Se antes era ignorada por todos, agora as pessoas querem saber quem ela é, o que pensa, o que deseja e, é claro, os motivos que a teriam levado a tentar se matar. A série apresenta duas linhas temáticas que vêm sendo muito exploradas pela mídia nos últimos anos: pessoas taxadas de ‘perdedoras’ que se tornam o centro das atenções; e a ideia de que, para se tornar uma celebridade ou pessoa interessante, basta protagonizar situações que despertam a curiosidade do público.

Temporadas: 3

Meus comentários: Vi uma propaganda uma vez e assisti o primeiro episódio sem esperar muita coisa. Mas fui me envolvendo nas tramas da vida de adolescente da Jenna, e não parei mais! Talvez eu já esteja um pouco grandinha pra esse tipo de seriado, mas poxa, quem passou por esta fase da vida sabe como ela é especial e marcante, então está sendo muito divertido acompanhar e relembrar algumas coisas… Hehehe!

Please Like Me

Please Like Me

Descrição: Please like Me é uma sitcom australiana criada e estrelada por Josh Thomas. Inspirada em situações vividas por ele, Josh interpreta um jovem que tenta aproveitar ao máximo os prazeres de dividir com amigos uma casa de veraneio. Mas quando seu pai Alan troca a esposa Rose por Claire, uma mulher mais nova, Josh precisa voltar para casa para cuidar de sua mãe, que passa a sofrer de depressão.

Temporadas: 1

Meus comentários: O que me cativou de cara na série foi o jeitinho de Josh. Meio esquisitinho, gay, fofo, não sei explicar direito! Hehehe! A série em geral tem um estilo diferente, que eu não sei explicar direito… Então só assistindo mesmo!

The Blacklist

Descrição: James Spader interpreta Raymond, um ex-militar do serviço de inteligência que se transforma em um dos criminosos mais procurados do governo. Quando ele se entrega aos federais, faz um acordo para ajudar a polícia a capturar outros criminosos que fazem parte de uma lista. Em troca, pede para trabalhar ao lado de Elizabeth Keen, uma agente novata do FBI que, aparentemente, não tem nenhuma conexão com ele. Ou será que tem?

Temporadas: 1

Meus comentários: De verdade mesmo? O primeiro episódio não me convenceu. Mas a curiosidade me fez ver o segundo, e a partir daí me envolvi com a trama e não parei mais! Uma série com emoções, cheia de segredos e suspense.

* As descrições foram retiradas/baseadas em informações do site O Melhor da Telona.

Também comecei a assistir Breaking Bad recentemente, ainda não tenho muito o que dizer sobre, mas todos que me indicaram falaram muito bem!

E aí, vcs assistem séries? Aceito dicas e indicações (:

Alguém acompanha alguma dessas que eu mostrei?

Beijos!

Meus dias em Brasília

Como prometido, vim contar um pouco sobre os dias que passei em Brasília.

Dessa vez mal vi os tão famosos monumentos, mas em compensação, as experiências gastronômicas foram ótimas! E também conheci a Raposa, que já me encantava através das fotos e dessa vez pude apertar ela bastante e tirar mil fotos! Só que na hora de dormir só me sobrava o Galo ):

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Desde antes da viagem o Gabriel já estava fazendo uma listinha de lugares que eu certamente gostaria de visitar pra apreciar as comidinhas, então esse será um post bem voltado pra essa parte… hehehe! Pena que não me atentei a tirar fotos das delícias, mas vou colocar os links pra vocês darem uma espiadinha (:

Se não me engano, a primeira experiência alimentícia especial foi provar o “melhor cookie do mundo”, no Mr Cheney Cookies. Sério, é bom demaaaaaais mesmoooooo *-* Recomendo o sabor Triple Chocolate!

Sexta fomos ao rodízio de comida japonesa no Nippon Gourmet! Minha primeira experiência com japonês em Brasília não foi muito legal, muito caro por um serviço bem meia boca que acabou estragando o todo. Mas dessa vez foi muito bom! Apesar do preço salgadinho (o que é bem comum em Brasília!), o sashimi estava excelente e o atendimento foi ótimo!

No sábado, fomos ao PicniK, um evento super legal, cheio de fofurices e comidinhas! Lá a expectativa era pra comer o “melhor brownie do universo”, e realmente os da Brownie Bites são maravilhosos!

Picnik
PicniK às margens do Lago Paranoá! Paulo, cores e macarons.

Outro lugar super bacana que fomos, foi o Primeiro Bar! Fica pertíssimo da casa deles, e eu tiiiinha que provar a coxinha de frango. Além dela, que realmente é ótima, o lugar tem drinks e caipirinhas especiais, e provei pela primeira vez carne de sol, que sempre achei que era a mesma coisa que carne seca, mas não é! heuheuheuheue

No último dia, a despedida foi na Pizzaria Cesar, para a tão falada pizza de rosbife com brócolis! Também tava ótimo… E agora na companhia da minha família, que passou em Brasília na volta da viagem que eles fizeram e eu pude aproveitar a carona… hahaha!

Cansados, mas felizes
Cansados, mas felizes ♥ Bruno e Paulo, Gabriel e Mamis, Eu e Ed

Bom, acho que em resumo foi isso que rolou nessa minha visita à Brasília!

Quero agradecer especialmente ao Gabriel e ao Paulo por me receberem com todo o carinho, e por me apresentarem tantos lugares legais!

E aproveitando a deixa, gostaria de indicar o blog do Gabriel, Terra dos Cones! Confiram “o diário de um paulista em terras candangas”, baseado nas experiências dele na Capital Federal!

Beijão!

Outback: Minha Experiência

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Olá queridos leitores!

Decidi fazer esse post porque sou do tipo que busca posts sobre lugares, restaurantes, etc. quando pretendo visitar o lugar e ainda não conheço. Então acho que pode ser útil pra alguém em algum momento (:

Quanto ao Outback eu estava realmente com muita expectativa pra ir, e talvez isso tenha colaborado para uma certa decepção (acredito naquela coisa de que criar expectativas muito grandes aumentam as chances de decepção; logo, quando vc não tem grandes expectativas e dá tudo certo vc já fica feliz… hehehe!)

A primeira coisa que fiz antes de ir ao restaurante foi ver o site da rede: www.outback.com.br

Achei um site bem bacana, as fotos te deixam com água na boca! Hehehe! E é fácil de localizar as coisas e tem informações importantes, como a localização dos restaurantes da rede e o cardápio. O ponto fraco é que não há o preço dos itens do cardápio, o que é comum. Mas, quanto a isso vou adiantar que o preço é bem “salgadinho”.

Bom, agora vamos pra experiência real. Como adoro listas, resolvi listar os pontos positivos e negativos da minha visita ao Outback do Shopping Center Norte em São Paulo.

Fachada do Outback do Shopping Center Norte
Fachada do Outback do Shopping Center Norte

Positivo:

  • Funcionários muito educados;
  • Rapidez no atendimento e na chegada dos pratos;
  • Ambiente confortável e agradável.

Negativo:

  • Cardápio não esclarece completamente o que contém nos pratos;
  • O ponto da carne não veio de acordo com a explicação que estava no cardápio;
  • Batata frita estava feia e ruim.

Resumindo, a minha decepção maior foi em relação à comida. Na verdade o que mais me incomodou foi o fato de ter muita pimenta em todos os pratos que pedi (pro meu gosto, é claro! pra quem curte pimenta provavelmente ia achar tudo ótimo).

Quanto ao atendimento e ambiente realmente são o ponto forte. Porém acho que se tratando de um restaurante, a comida precisa se destacar, e isso não aconteceu na nossa visita.

De entrada pedimos a famosa Bloomin’ Onion® (cerca de R$34,00). Acho que era o que eu mais queria provar! Estava boa, apesar da pimenta ser demais pra mim.

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Bloomin’ Onion® (Não tão bela quanto no site)

Eles servem também de entrada um pão “australiano”, levemente adocicado, acompanhado de manteiga. Simples, mas bem gostoso!

O Sérgio pediu um MacARoo’N Cheese, do menu Kid’s. Apesar de ser “kids” achei uma porção bem servida, suficiente para um adulto! Nesse não tinha pimenta, provei e achei bem gostoso! (não me atentei ao valor desse prato)

Red Passion, com MacARoon'N Cheese e o famoso pão ao fundo.
Red Passion drink, com MacARoon’N Cheese e o famoso pão ao fundo.

A Gringa pediu uma Aussie Grilled Picanha (cerca de R$50,00), e como acompanhamento batata recheada (se não me engano recheada com requeijão, cheddar e bacon). Foi um prato suficiente para uma pessoa. Porém…

Eles tem no cardápio uma explicação de como são os tipos de pontos da carne, pra cada pessoa poder pedir à sua escolha. Os pontos são: mal passado, ao ponto pra mal passado, ao ponto, ao ponto pra bem passado, bem passado. E na frente a explicação de como a carne parece (completamente vermelha, vermelha apenas no centro, marrom, etc.)

Mas o ponto da carne não veio de acordo, e ela teve que pedir para que refizessem, porém o garçom propôs que fosse feito o corte da carne como “petisco” e ela aceitou. Aí sim a carne veio devidamente assada e uma delícia! (ela pediu sem pimenta pois já tínhamos sacado que a coisa era bem apimentada por ali!)

Eu pedi uma Ribs on the Barbie (cerca de R$47,00), que é uma costelinha de porco coberta com molho barbecue, e como acompanhamento batata frita e Cinnamon Apples, que são maças cozidas com canela. A costelinha estava boa, mas o molho apimentado. As batatas fritas não tinham boa aparência nem gosto bom. Já as maçãs estavam muito boas e deram uma quebrada na pimenta do molho. Eu não sou do tipo que come muito, então achei a porção grande, creio que serviria duas pessoas, especialmente se for o caso de comer uma entrada como nós fizemos.

Ribs on the Barbie

Para beber, eles pediram refrigerante, lá existe um sistema de refil, que você paga cerca de R$8,00 e consome refrigerante à vontade ao longo da refeição. Achei isso bem bacana, e o garçom está sempre atento pra não deixar seu copo vazio. Eu pedi no início um Red Passion feita com Saquê (cerca de R$20,00), que é um tipo de caipirinha feita com maracujá, essência de maracujá vermelho e limão, estava muito bom!

Red Passion e Eu (:
Red Passion e Eu (:

Enfim, espero que minhas opiniões possam colaborar de alguma forma pra alguém que pretenda ir nesse restaurante! E espero que vcs tenham gostado do post (:

Beijão!