2018

O ano novo ainda não começou aqui no blog, mas na minha vida sim.

Muita coisa já rolou, apesar de eu estar de férias e não ter executado a primeira meta das metas que é: organizar as metas. Na verdade não tenho uma lista de metas a cumprir, repleta de tudo o que eu PRE-CI-SO fazer nesse ano, mas eu quero começar o ano mais organizada, conseguir visualizar minha rotina, meus horários, pra desfrutar do tempo da melhor maneira possível.

E, como vocês tem visto, o blog já não é uma das minhas prioridades, e tem ficado um tantinho de lado. Ainda não tenho algo estabelecido sobre o que fazer com esse cantinho tão especial, mas sei o que não fazer: acabar com ele. Sim, isso quer dizer que o blog continua. Ainda não sei como, mas está bem aqui.

Não vou fazer promessas de postar mais esse ano, de finalizar projetos ou começar novos por aqui. Eu realmente tenho sentido necessidade de seguir os meus momentos, e às vezes eu só não tô na vibe de criar posts pra cá.

Pra falar a verdade eu até tô escrevendo umas coisas, mas que ainda não tenho a segurança de que preciso pra tornar público (considerando que esse blog é público e acessado por amigos, familiares e qualquer pessoas que queira).

Então é isso: tudo certo e nada resolvido.

Pode dar START em 2018 aí, porque as questões já estão fervilhando e são elas que movem esse querido blog que não recebe esse nome à toa.

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Trabalho voluntário: o que tenho aprendido

Eu ando meio sumida e nem sei se contei pra vocês sobre um projeto maravilhoso que está enchendo meu coração de alegria e bom ânimo: a Casassa (pronúncia: Cazaça).

A Casassa é um projeto de acolhimento à população LGBT+ em situação de vulnerabilidade – especialmente naqueles casos em que pessoas são expulsas de casa por sua orientação sexual ou identidade de gênero, vista como inadequada pelos familiares – com certeza você já ouviu falar disso, na vida real ou na ficção.

Enfim, o projeto está se desenvolvendo, se estruturando e creio que logo iremos abrir as portas oficialmente para o acolhimento. Por enquanto já temos ações para arrecadar fundos e integrar a comunidade LGBT+ de Presidente Prudente e região.

Mas mais do que apresentar o projeto – e convidar vocês pra acompanharem a gente no Facebook e Instagram – quero falar da minha experiência com o voluntariado.

Sabe, eu sempre achei lindo trabalho voluntário. Sempre foi algo que admirei e ficava pensando: “um dia vou fazer isso!”, mas o dia não chegava. Às vezes eu até me sentia mal por não fazer algo do tipo, sentia que eu estava devendo pra sociedade de alguma forma. Mas eu simplesmente não sentia uma afinidade que me fizesse participar de fato de algum projeto voluntário. Eu sempre acabava fazendo doações, mas nunca indo botar a mão na massa. Isso sempre foi mais fácil, mas não quero de forma alguma dizer que essa parte é menos importante. Na verdade eu acho que todo tipo de ajuda é válido, e não vejo graça em diminuir qualquer tipo. Mas eu ainda sentia necessidade de me envolver mais profundamente com alguma coisa. Talvez eu só não estivesse pronta, ou talvez precisasse de um projeto que me contagiasse como a Casassa me contagiou.

Vou contar a historinha de como tudo começou: de repente fui colocada num grupo de Facebook da tal Casassa, vários amigos faziam parte também e lendo sobre a iniciativa achei bem legal. Só depois entendi que a iniciativa ainda era embrionária, estava sendo construída, e haveria uma reunião para tratar do assunto. A reunião era num dia e horário que eu podia comparecer, então fui. Cheguei sozinha e identifiquei um total de zero pessoas conhecidas. Mas os desconhecidos pareciam ser legais e me senti bem.

No decorrer da reunião já aconteceu algo bem diferente: identifiquei que haviam pessoas trans ali. Dois homens e uma mulher. EU NUNCA HAVIA ESTADO NUM AMBIENTE COM PESSOAS TRANS. Pelo menos não que eu soubesse. E foi muito importante, despertou em mim muitas reflexões sobre como essas pessoas são invisibilizadas e excluídas dos espaços sociais. As histórias contadas por elas contribuíram ainda mais pro meu interesse pelo projeto: as pessoas LGBT+ precisam realmente de ajuda.

E de repente fui num segunda, terceira, quarta reunião. E quando me dei conta estava envolvida de corpo e alma. Em menos de um mês os colegas de projeto se tornaram amigos, pois as afinidades inegáveis nos aproximaram rapidamente. Até modelo fotográfica pra divulgação do bazar eu fui (um belo exercício de autoestima, considerando que a minha beleza está fora dos padrões estabelecidos).

 


Tenho aprendido em cada etapa. Aprendido sobre mim, sobre os outros e sobre o mundo. Gosto de listas, então pra contemplar o título desse post, vou listar algumas coisas que aprendi:

  • Vá atrás do que você quer, do que te interessa, mesmo que sozinho.
  • Não deixe o desânimo dos outros atingir você, você não precisa de apoio em tudo o que for fazer.
  • As pessoas são diferentes, entenda e respeite isso.
  • Respeite o seu limite, seu espaço, tempo e necessidades.
  • Encontre projetos que despertem o que há de bom em você.
  • Lidar com pessoas desperta também coisas ruins. Aproveite para encará-las e descobrir como melhorar.
  • Faça sua parte da melhor forma possível e ficará com a consciência tranquila.
  • Não se compare aos outros ou espere que façam as coisas como você.
  • No trabalho em grupo é importante estar disposto a abrir mão de algumas coisas.
  • No trabalho em grupo é importante se colocar com firmeza quando necessário.
  • No trabalho em grupo é importante ouvir, falar, repensar e refazer.
  • Cresço mais em contato com os outros do que isolada comigo mesma.
  • Quando o objetivo é o bem e o amor, as coisas fluem.
  • Identificar quando fez merda e se perdoar é importante.
  • Identificar quando fez merda e pedir desculpa aos outros é importante.
  • Nada sairá exatamente como o planejado, e está tudo bem.
Equipe da Casassa no BAZARSASSO

Espero que tenham gostado! Alguém aí faz trabalho voluntário? Adoraria saber algumas histórias sobre esse assunto, deixem nos comentários!

Beijos!

5 filmes que assisti nos cinemas em Outubro

Sim, nem é fim do mês e fui aos cinemas ver 5 filmes! Mas vamos contextualizar: viajei pra São Paulo no feriadão e como na minha cidade os filmes são bem restritos, sempre que vou pra capital tento aproveitar ao máximo!

A boa notícia foi que em dois desses filmes paguei apenas R$2,00 no ingresso! Foram eles: Uma mulher fantástica e As duas Irenes. Ambos assistidos no Cine Olido, sala de cinema localizada na Galeria Olido, no centro de SP. Esses filmes faziam parte do Circuito SPcine, um projeto com intuito de democratizar o acesso ao cinema (muito válido inclusive, pois em SP os ingressos são bem caros em salas comuns, como aquelas de shoppings!).

Vamos aos comentários sobre os filmes?! Não vou contar a história e do que tratam, mas deixo o trailer pra contextualizar. A ideia é comentar minhas percepções pessoais sobre as obras, e quem sabe incentivar aqueles que ainda não assistiram!

 

O melhor professor da minha vida

Acho que foi um dos meus preferidos dessa temporada, não só por me identificar diretamente – por ser também professora e enfrentar a necessidade latente de encontrar formas inovadoras de ensino para transpor a forma tradicional que já não funciona bem – mas também pela história, pelos personagens e pela mensagem que considero muito relevante. Pra mim, reforçou a questão da existência das desigualdades sociais e a forma como isso prejudica as novas gerações, mantendo o abismo entre as classes sociais. Por outro lado, também mostrou algum otimismo ao vermos através do exemplo que uma mudança é possível, difícil, mas possível.

Uma mulher fantástica

Importantíssimo para visualizarmos a posição de uma pessoa trans na sociedade atualmente. A invisibilidade, o preconceito, a violência e, o que mais me chamou atenção, a forma como não se consegue ver essas pessoas como iguais. Algumas cenas que acredito terem pretensão de apresentar uma simbologia acabam ficando um pouco confusas ou forçadas, mas no geral achei um filme interessante, não apenas pela questão da transexualidade, mas pela história em si.

As duas Irenes

Um filme Brasileiro com B maiúsculo. Despertou memórias, reconhecimentos, nostalgias. Não só pela idade e fase das meninas, pelas quais todos passamos, mas pela fotografia e cenografia que me levaram a retomar as férias na fazenda com móveis antigos, a sensação de liberdade de morar em cidade pequena. A questão do patriarcado aparece sutilmente, mas de forma notável. Trata de questões familiares complexas com uma delicadeza interessante.

A menina índigo

Confesso que no início tudo indicava que seria um filme “bobinho”, um filme que teria um grande potencial, mas uma abordagem fraca demais. Mas acabou me surpreendendo positivamente, principalmente quando entendi que o tema é muito novo para a maioria das pessoas, e uma abordagem mais complexa iria atrapalhar. Assim, acho que o filme cumpre seu papel ao trazer o assunto à tona, ao nos fazer pensar sobre as mudanças que estamos enfrentando no mundo e sobre como podemos lidar com tudo isso.

Como nossos pais

Um drama reflexivo e super atual. Feminismo, monogamia, relações familiares, educação, liberdade, desejos: tudo isso aparece na história. Acho que no fim, pra mim, ficou uma mensagem de que, apesar do “ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais”, podemos romper o ciclo. Podemos identificar os erros e tentar não repeti-los, assim como aprendemos a copiar os acertos. Na verdade, entendo que importante é saber trilhar nosso próprio caminho, sem se prender aos padrões, sejam familiares ou sociais. Quando o filme desperta essas reflexões dá pra dizer que é bom, certo?

E aí, gostaram? Quem já viu algum desses filmes? Adoraria ver nos comentários as percepções de vocês sobre eles! E pra quem não assistiu, me conta se ficou afim de ver algum!

Beijos!

 

TAG: Músicas Aleatórias

Faz um tempo que vi essa tag no blog da Verinha – Extraordinariando – e adorei a ideia! Resolvi pegar minha lista do Deezer, que é a plataforma que tenho usado mais pra ouvir música no momento e fazer também!

REGRAS:
A. Abra sua lista de música (iPod, iTunes, Windows Media Player, Spotify etc.)
B. Coloque no modo aleatório
C. Aperte o play
D. Para cada pergunta abaixo, escreva o nome da música que está tocando
E. Quando passar para a próxima pergunta, aperte o botão pra avançar pra outra faixa
F. Não minta, não tente parecer legal.

Vamos lá! Escolhi algumas pra colocar vídeo e fazer uns comentários :)

Créditos Iniciais: Quando você olha pra ela – Gal Costa

Tema do seu nascimento: De janeiro a janeiro – Roberta Campos

Primeira briga na escola: Garotos II – O outro lado – Leoni

Primeira decepção amorosa: Águas de março – Elis Regina

Tema de sua vida escolar: Flor de Lis – Djavan 

Eu amo tanto Djavan <3

Tema de sua vida adulta: Depois – Marisa Monte

Sua canção de namorados: Ninguém é igual a ninguém (Desilusão) – Vanessa da Mata

Conheci faz pouco tempo essa música e tô curtindo bastante! Meio bad pra canção de namorados, mas ok… rsrs!

Música de seu casamento: Te pegar – IZA

Eu vou te pegar, te dominar, te dominar“, acho que tem alguém mandona no rolê hein, mores? HAHAHA

Primeira canção em seu carro: Mas que nada – Jorge Ben

Tema de seus flashbacks: 912 passos – Dead Fish

Nada a ver com meus flashbacks, mas a música é excelente então tá aqui!

Tema do nascimento de seu primeiro filho: Don’t you worry child – Swedish House Mafia

Essa combinou!

Música que estará tocando quando morrer: Nossa gente (Avisa lá) – Caetano Veloso

Achei bem propícia: “Avisa lá que eu vou chegar mais tarde…

Música do funeral: Wake me up – Avicii

Achei muito legal! Teve umas que caíram muito bem, outras nem tanto! Hehehe!

Se fizerem a tag em seus blogs me avisem pra eu ir ver, ok?

Beijos!

TAG: Versatile Blogger Award

Quem me indicou pra essa tag foi a queridíssima Vera, do Extraordinariando! Vocês já viram esses nomes aqui algumas vezes porque essa pessoa e esse blog são amorzinho demais ♥

Essa tag tem uma proposta muito bacana que é de incentivar a união entre blogueiros e aproximar blogueiros e leitores! Acho super válido e por isso agradeço muito a Verinha pela indicação (inclusive vale ir lá conferir os outros blogs indicados por ela que são incríveis!).

  • Regras:
    – Agradecer e mencionar o blog da pessoa que lhe indicou o prêmio
    – Selecionar 15 blogs pra também receberem o prêmio
    – Contar pra quem te indicou 7 coisas sobre si

Bom, vocês já sabem que eu sempre quebro as regras e dessa vez não será diferente: ao invés de indicar os blogs, deixarei o convite em aberto para quem quiser participar! Não esqueça de me avisar se for participar pra eu conferir no seu blog :)

7 coisas sobre mim:

1) Eu só uso esmalte em ocasiões especiais

2) Já morei em (pelo menos) 10 cidades diferentes

3) Fiz minha primeira (e única!) tatuagem com 26 anos

4) Odeio pimentão

5) Tenho livros de colorir praticamente intactos

6) Acabei de criar uma página pra divulgar minhas Mandalas → aqui ó

7) Nunca tive um desejo que é bem comum entre as pessoas: morar fora do Brasil

 

Se quiserem também podem me contar 7 coisas nos comentários, que tal?

Beijos!

Wishlist de aniversário

Eu não sei se já falei aqui, mas sou dessas que adora aniversário. Gosto de aniversários dos outros e do meu também (sei que muita gente não gosta de comemorar o próprio aniversário!). Sempre que possível faço algo pra comemorar, acho que é um momento de celebrar a nossa vida e a trajetória que nos trouxe até esse ponto. Esse ano faço 27, e sim, estar cada vez mais perto dos 30 me assusta um pouco. Mas a vida é assim, então vamos curtir!

Uma das coisas bem legais dos aniversários, além do principal que é reunir as pessoas queridas, são os presentes!!! Por isso fiz uma wishlist – lista de desejos – com algumas coisinhas que estou desejando no momento, vai que, né?

Moletom/Cardigã

Descobri essa loja na wishlist de aniversário da Vera, do Extraordinariando, e simplesmente não tive como não desejar algumas coisinhas. Esse moletom e esse cardigã me conquistaram!

Processador de alimentos

Não tenho preferência de marca, mas esse da Electrolux pareceu ter um preço bom e qualidade suficiente pro uso que irei fazer.

Panela de fondue

Também é algo que não tenho preferências com relação à marca e modelo, e na verdade nem sei bem o que devo buscar num produto assim. Vocês tem panela de fondue? Alguma recomendação pra auxiliar na compra?

Bota

A coisa de fazer aniversário em época de frio é que a gente sempre tá desejando itens úteis pro frio. A bota é um item que estou buscando desde o aniversário passado… kkk! O duro é que vejo coisas legais pela internet mas sapato é algo que não quis me arriscar a comprar sem provar. Acho que esse presente eu vou ter que me dar mesmo!

Capinha pro celular

Acabei de comprar uma capinha de mandala pro meu celular, mas continuo desejando vááárias! Achei esse site bem legal (apesar do precinho ser meio salgado) e amei essas capinhas aqui e aqui.

Discos de vinil

Sempre amei discos, mas não tinha vitrola. Agora que estou usufruindo de uma que era da minha avó, aceito discos de presente! Descobri recentemente a loja Bilesky Discos, e lá tem coisas bem bacanas que me interessam, como: Vanguart, Caetano, Elza Soares, Sabotage, Black Alien, Boss in Drama, só pra citar alguns, porque são muitos os desejos nessa categoria… hahaha!

 

Espero que tenham gostado da listinha! E me contem, vocês gostam de comemorar aniversário?

Beijos!

Eu me amo – e não tem nada de errado com isso, muito pelo contrário

Quando alguém solta essa frase “eu me amo” pode parecer uma pessoa que “se acha”, alguém arrogante, metido. Mas nessa jornada de autoconhecimento através da qual me deparei com o amor-próprio como ferramenta de extrema importância, pude ressignificar essa frase e compreende-la de forma mais leve, vendo-a de forma mais pura, como uma afirmação do amor-próprio.

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Não tem nada de errado em se amar, muito pelo contrário, coisas incríveis acontecem quando nos amamos. Eis algumas delas:

  • Conseguimos diminuir os comportamentos autodestrutivos
  • Tomamos consciência das nossas reais vontades e necessidades
  • Conseguimos enxergar relacionamentos abusivos/negativos e nos livrar deles
  • Promovemos o autocuidado, pois nos colocamos como alguém que merece
  • Criamos coragem pra dizer não pra aquilo que realmente não queremos
  • Conseguimos expressar melhor nossos pontos de vista, pois a insegurança perde forças

Enfim, muita coisa pode mudar pra melhor quando nos amamos! Essas que listei foram algumas que aconteceram comigo… Pode ser diferente pra cada pessoa, pode ocorrer em tempos diferentes, mas digo sem dúvidas que vale a pena.

Eu me amo! E você, se ama?

 

 

26 coisas que fiz em 2016

No último dia do ano a gente sempre faz aquela retrospectiva básica, lembrando do que vivemos ao longo do ano que se encerra. A mídia nos lembra dos grandes acontecimentos nacionais e mundiais, bons e ruins, mas só a gente pode fazer o balanço do nosso ano pessoal.

Inspirada por esse vídeo da Jéssica no canal Gorda de Boa, resolvi fazer a minha retrospectiva  com uma lista de coisas que fiz em 2016.

Seguindo a recomendação dela, fiz de acordo com a minha idade, então serão 26 coisas que fiz em 2016:

  1. Arrumei um emprego (o primeiro!)
  2. Me tornei professora
  3. Adotei (fui adotada) por uma gata Nikki ♥
  4. Mudei de casa
  5. Eu evoluí
  6. Parei de tomar anticoncepcional (e não, não quero engravidar)
  7. Me tornei reikiana
  8. Participei do meu primeiro processo seletivo
  9. Fiz um curso à distância/online
  10. Terminei o mestrado
  11. Fui banca de TCC pela primeira vez
  12. Troquei de carro
  13. Me vesti no estilo pin up
  14. Fui no InterUNESP
  15. Fiz decoração natalina em casa
  16. Aprendi que é preciso se amar pra mudar, e não mudar pra depois se amar
  17. Li um livro inteiro e adorei
  18. Entendi (um pouco) a relação entre física quântica e espiritualidade e tudo faz sentido
  19. Assisti várias séries ótimas
  20. Aprendi técnicas diferentes de aquarela
  21. Matei uma aranha salvando a vida de uma amiga que tem muito medo
  22. Admiti que gosto de funk e fiz até uma playlist pra ouvir no carro
  23. Viajei com as amigas pra visitar mais amigas e foi delicinha
  24. Comprei um vestido branco
  25. Fui num show d’As Bahias e a Cozinha Mineira com direito à Tássia Reis, Liniker, Xênia França, Evandro Fioti e Mc Linn Da Quebrada arrasando no palco
  26. Ri muito e fiz mais o que eu queria fazer

Claro que pensando aqui no que rolou ao longo do ano lembrei também das coisinhas chatas, mas essas não merecem aparecer aqui e nem ganhar lugar na memória. Quero registrar e guardar o que foi bom para projetar coisas ainda melhores para 2017!

Adeus 2016 e um 2017 maravilhoso para todos nós!

Beijos!

 

Queridinhos de 2016 – Música

Olar gentem! Tudo certo?

Fim de ano chegou e como amante das listas que sou, resolvi fazer esse post com meus sons preferidos em 2016. Pretendo fazer listas de outras coisas, mas não prometo nada… rsrsrs!

Lembrando que essa lista não é necessariamente de músicos/álbuns lançados neste ano, mas sim daqueles que mais ouvi ou que mais me marcaram nesse ano lindo. E também quero dizer que não está em ordem de preferência, a ordem foi só conforme fui lembrando mesmo! Hahaha

Vamos lá:

Liniker (& Os Caramelows)

Essa lindeza apareceu na minha vida ano passado com a música mais grude: Zero. E permaneceu porque faz um som maravilhoso, e por ser uma pessoa lacradora destruidora de padrões de gênero!

Braza

Na verdade não lembro direito como descobri o Braza, mas só depois de já estar curtindo fiquei sabendo que é uma banda composta por integrantes do Forfun que já era uma banda que eu curto há um tempo. Esse é o tipo de som que faz a gente pensar, refletir sobre coisas muito além daquilo que vemos no cotidiano.

Nomade Orquestra

Indicação da Gringa (sempre manda bem nas dicas musicais!), ouvi muito pra preparar aulas, corrigir provas… Instrumental é muito bom pra atividades intelectuais, acho que porque não interfere nos pensamentos de uma forma ruim :)

Tássia Reis

Essa também foi recomendação da Gringa e pra ajudar tive o prazer de ver essa moça divar numa participação do show d’As Bahias e a Cozinha Mineira (gente, elas são incríveis, não estão na lista porque não escuto muito, mas recomendo que conheçam!). Super delicinha esse som!

Black Alien

Tive que deixar os dois álbuns porque ouvi muito os dois! Depois que o rap me conquistou sempre tem um som desse tipo nas minhas playlists, e é um dos sons que mais me faz pensar nas coisas. O Black Alien fala de questões sociais a espirituais, e tudo isso tem feito muito mais sentido pra mim ultimamente.

E vocês, o que ouviram bastante esse ano?

Aceito recomendações :D

Beijos!