Minha estratégia de amor

Me vi desafiada por esse vídeo a falar sobre a minha estratégia de amor. Logo de cara tive a reação de pensar “O que será que esse cara realmente quer dizer com isso?”, mas entendi que o importante é que eu saiba o que eu quero dizer com a minha resposta.

Minha estratégia de amor tem a ver com o bem e a gratidão. Pra mim o amor fica mais palpável na relação com o outro, quando fazemos o bem, quando exercitamos a empatia buscando enxergar pela perspectiva do outro e entender seus caminhos. Mas tenho começado a descobrir também um tal de amor-próprio, ainda não tenho muita intimidade com ele, mas parece que uma capacidade de ter empatia consigo mesmo.

Minha estratégia de amor tem como pilar o “fazer o bem” para mim e para os outros, em tentar oferecer minha contribuição sempre que possível.

O outro pilar que identifico por enquanto na minha estratégia é a gratidão. É esse sentimento que se desenvolve quando recebemos o amor. É como uma retribuição de amor com mais amor. É aceitar o amor e agradecer por ele com bons sentimentos. E creio que isso seja uma estratégia excelente para manter o amor como um ciclo, para manter e renovar a energia do amor em nossas vidas.

Talvez com o tempo eu mude de estratégias, ou crie novos pilares, pois tudo se transforma.

Mas quero saber, qual a sua estratégia de amor hoje?

“[…] o mundo está tão faminto até da versão condensada mais simples de qualquer coisa ligada ao amor, porque o amor não está na TV, o amor não está em lugar nenhum, não é ensinado na escola […]” (Patch Adams)

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Ninguém precisa agradar todo mundo

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Fonte: Página Positividade no Facebook

Uma das coisas mais importantes que tomei conhecimento através do processo de terapia foi a questão da necessidade de aprovação – e o fato dela ser realmente desnecessária. Entendi que eu não preciso agradar a todos, e vim dizer que você também não precisa agradar todo mundo (até porque todo mundo é muita gente, né?).

É completamente normal que tenhamos pessoas que não vão muito com a nossa cara, do mesmo jeito que temos aquelas que já sabemos que “o santo não bate”. E é comum também que amigos ou colegas que foram importantes em certos momentos de nossas vidas não permaneçam nela para sempre. E sim, está tudo bem.

Pode parecer algo óbvio para alguns, mas vou contar que pra mim não era. Eu tinha (talvez tenha ainda) certa dificuldade em aceitar que pessoas pudessem não gostar de mim do jeito que eu sou. Ou mesmo não gostar de certas coisas em mim.

Mas vamos pensar bem: se a gente for mudar para agradar alguém não será uma mudança constante e no fundo sempre vamos desagradar alguma outra pessoa? Vamos pensar num exemplo bem simples: suas amigas adoram quando você se joga na balada com elas, já seus pais ficam preocupados quando você faz isso e não gostam. Simplesmente você não vai conseguir agradar todo mundo.

Logo, o que faz mais sentido está bem aí, aí mesmo, na frente de espelho: VOCÊ.

Nossas escolhas devem buscar agradar a nós mesmos. Se consequentemente agradar a outros, ótimo. Mas não vamos nos prender a isso de uma forma que nos faz mal. Não vamos deixar que expectativas alheias definam o rumo de nossas vidas. E não vamos deixar que a nossa própria mente jogue contra a gente, como quando pensamos “ah, acho que se eu fizer assim, ou me tornar assim, fulano ficará mais feliz e orgulhoso de mim”. Não. Simplesmente não.

Mil motivos nos fazem ter esse tipo de pensamento. Parece natural querer agradar, se sentir aceito, amado. Mas não é natural quando isso te preocupa ao ponto de você parar de prestar atenção em si mesmo e focar apenas em ser alguém que o outro espera.

Vamos focar em nossos reais desejos, necessidades e sentimentos. É claro que não vamos deixar de pensar em quem amamos, e é claro que a ideia não é se tornar arrogante ao ponto de só pensar em si mesmo, mas sim priorizar nosso bem-estar, nossa saúde emocional e buscar um ponto de equilíbrio.

 

Oi, tudo bem?
Tire os olhos dessa foto cheia de maquiagem que está no meu perfil e olha um pouquinho para as minhas palavras, puxe um pouco a minha orelha, acho que estou perdida.
Será que você, assim como eu, sente um nó na garganta sempre que começa a ouvir os planos da um adolescente de 14 ou 15 anos? Você também chora quando lembra que não planejou nada e não faz ideia de como vai começar aquilo que, segundo a visão do mercado, já era para estar concluído ha pelo menos uns 06 anos?
Você vê seus amigos casando, comprando casa, pensando em enxoval, viagem de lua de mel, casamento, filhos, Brastemp e Tramontina e se acha muito nova para isso, mas ao mesmo tempo se acha muito velha quando te perguntam se você já tem formação? Que negócio é esse de formação? Será que é só esse pedaço de papel que me deram após quatro anos de ônibus lotado, 10 quilos a menos, 03 amigos de tantos que me juraram amor eterno naquelas fotos com roupa de gala e um espaço para marcar um (x) comprovando que agora tenho um “ensino superior completo”?
Três anos se passaram, das experiências que tive nenhuma serve como verdadeira experiência que me garanta um “futuro”. Gente, o que é futuro? É esse excesso de imediatismo que me tira o ar, leva meu sono e me vicia em florais? Nem sei ao menos se lembrei daquela aula do ensino médio que me ensinava a ser coerente e obedecer a coesão e outras coisinhas que toda redação tem que ter enquanto imploro pela sua atenção em uma rede social lotada de superficialidades da qual faço 100% parte.
Desaprendi a medir o tempo e acho que ter ~só~ ou ~já~ 24 anos faz de mim alguém que não sabe em que grupo se encaixa; dos que se pode ter orgulho porque não fez nada tenebroso demais ou dos que se pode nem lembrar o nome porque não ganha mais de 10 mil e tem sobrenome SILVA (descarta). Sou utópica, quase uma desesperada, que as vezes tem total certeza do que ama nessa vida e outras não faz ideia de como foi cair nesse negócio que mais parece um manual de instruções que todo mundo parece já ter achado uma maneira de utilizá-lo, menos eu, é claro. Será que para me descrever devo usar uma lista de pós graduações, mestrados, doutorados, prêmios de melhor qualquer coisa e viagens ao exterior ou devo deixar que me conheçam fazendo um intercâmbio dentro de mim? Acreditem, estou ficando claustrofóbica com vocês e essa pressão toda para ser ALGUÉM. Senta aqui pertinho, será que você realmente consegue me dizer quem é você? Estou aqui torcendo para que sim, mas não te culpo se você ainda não conseguir se desprender desse monte de rótulos diagramados bem antes de você ter um nome. Estou aqui só pra dizer que não quero que seu eu se perca nesse monte de obrigações e que você não está sozinho. Eu também não tenho planos, tenho sonhos.

Atenciosamente,
A moça por trás desse nome esquisito: Névelyn SILVA

nevelynparablog

Bom mesmo é ser capaz de ser feliz com a felicidade dos outros.

Abrir mão desse egoísmo que sempre quer se impor a e se permitir amar mais.

Sonhos que se realizam pra alguém podem afastá-los de nós, mas só o amor pode nos fazer ver o lado bom.

Afinal o que é a distância física quando os corações estão ainda tão perto?

Tanta gente que está com o corpo ao nosso lado tem o coração oco.

Bom mesmo é fazer da vida uma caminhada leve, tendo no coração quem nos inspira.

Fazer desse mar de experiências uma base para crescer buscando ser mais.

Dia dos Namorados e Amor

Aproveitando a deixa do post anterior, escolhi essa imagem fofíssima para comemorar o Dia dos Namorados aqui no blog:

#todaformadeamor

(Fonte: Página O Que Queremos?)

Porque essa é uma data pra se pensar em AMOR (e pra mim, toda forma de amor é válida).

Se isso não for feito, de verdade, em cada coração, vai ser só mais uma data comercial, pra vender presentes e se fingir que é feliz.

E o mundo já tem consumo e fingimento de sobra, não acham?!

Então vamos aproveitar a data pra espalhar bons sentimentos por aí! (=

 

Muito amor para todos, hoje e sempre!

beijos

Sobre as dores que guardamos

São tantas coisas que venho guardando, sentindo, acumulando e deixando inchar. Porque as palavras vêm fáceis aqui, quando escrevo, mas para falar elas não querem sair. Um certo medo que trava, medo das respostas, das palavras do outro que eu sei que podem machucar, pois já machucaram antes. Então calo, calo e vou me enchendo dessas mágoas todas, até que, quando não posso contê-las, elas me escapam em forma de lágrimas. Elas caem sem que eu possa controlar, geralmente quando tudo vêm à tona por uma razão qualquer, mesmo que pequena. E aí me entrego. Me obrigo a perceber que isso só me faz mal, mas o que não faz? Se eu realmente conseguisse dizer tudo o que penso, tudo o que me aflige, talvez causasse um mal maior, talvez minha mágoa fosse colocada para fora, cuspida, para que outro passasse a guardá-la dentro de si.