Encontrando a amiga virtual pessoalmente

Não sei vocês que estão por aí nessa blogosfera, mas eu conheci algumas pessoas super bacanas por aqui, com quem estreitei relações e passei a conversar em redes sociais e tudo mais. Com algumas até troquei cartinhas!

A Ana Carolina (Nika!), foi uma das primeiras pessoas que conheci melhor por aqui, agora ela nem está mais publicando no blog, mas continuamos conversando. Como ela é de Curitiba e eu andava mudando sempre de cidade (mas não fui pras bandas de lá) era bem difícil da gente promover um encontro pessoalmente. Até que esse ano ela avisou que iria pra SP em um evento e eu já estava programando passar uns dias na capital já que estava de férias. E ~tchrãm~ rolou nosso encontro!

Infelizmente foi mega rápido, só deu pra gente jantar juntas e conversar um pouco, mas já valeu super, pois pude confirmar que ela é mesmo o amor de pessoa que parecia nas redes! Foi como reencontrar uma amiga da vida real, sabe? Afinal a gente acaba acompanhando um tanto da vida da pessoa pelas redes e se sente pertinho. Também conheci duas amigas da Ana e foi bem divertido!

Ana, agradeço pela amizade, pelo esforcinho pra podermos estar juntas pelo menos um pouquinho e por ser essa querida! Que possamos ter outros encontros (e com mais tempo!) em breve. Vou achar um lugar bem legal pra deixar seu presente e lembrar sempre de você!

 

 

Histórias de SP e como a representatividade importa

Estava no banheiro do cinema e ouvi uma conversa de mãe e filha mais ou menos assim: “Mãe, mas eu sou bem bonita mesmo, né?”, e a mãe concordava e elas riam, depois a menina diz que teve à quem puxar. Fiquei curiosa pra ver as duas e quando saí confirmei que a beleza era verdade: mãe e filha negras, felizes e empoderadas. Comentei que estava ouvindo a conversa curiosa e mãe disse: “Se tem uma coisa que eu fiz direito foi trabalhar a auto estima da minha filha!”. Dei os parabéns, trocamos umas palavrinhas e ganhei um elogio também. A menina comentou que agora que usa óculos acha lindo quem usa óculos (eu estava usando também). Nos despedimos por ali e meu coração ficou quentinho.

Mais tarde, para minha surpresa, a família se senta ao meu lado no cinema (agora também com um homem que parecia ser o pai da menina, também negro e que foi muito simpático ao ver que nos conhecíamos). O filme era “Uma família de dois”:

Deixo o trailer por enquanto e depois volto pra comentar sobre o filme em outro post!

 

Fiquei pensando que certamente a menina se identificou, se viu ali na telona através de Gloria, uma menina também negra, feliz e empoderada. Isso certamente reforçou os ensinamentos dados pela mãe da menina em casa, e fiquei até pensando que talvez a escolha do filme não tenha sido por acaso.

Tudo isso pra chegar a um ponto muito importante: representatividade importa! Imagina como é positivo para as meninas encontrarem ao seu redor pessoas que se pareçam com elas? Essa questão já foi muito discutida se tratando dos brinquedos: o padrão de beleza representado pelas Barbies loiras, magras, altas e bem vestidas não engloba quase ninguém. Depois da fase das bonecas, na televisão também temos um problema: as protagonistas em geral são brancas, magras, altas, enquanto as mulheres negras aparecem em papéis ligados aos serviços gerais e aos núcleos “pobres” das novelas.

Mas esses exemplos todo mundo conhece e não quero focar no problema, mas na transformação que está acontecendo: surgem cada vez mais exemplos de mulheres negras e empoderadas, pessoas que certamente vão inspirar as novas gerações. Essa mãe mesmo, que reforça a beleza de sua filha pra que ela não aceite que ninguém diga que ela é feia simplesmente por não seguir certos padrões. As artistas que tem conquistado espaço na mídia, as pesquisadoras e professoras que estão à frente de pesquisas importantes, as mulheres que conquistaram seu espaço na política, entre outros.

Infelizmente sei que isso ainda não alcança a todos. Nem todo mundo consegue se aproximar desses exemplos, até porque eles são poucos mesmo. Percebo que São Paulo é um universo especialmente diverso e cheio de possibilidades, e isso me enche de esperança e ânimo. Mas nem todos os lugares nos possibilitam essa liberdade de romper com os padrões (e se sentir segura e confortável com isso). Bom, mudei um pouco de assunto, mas vocês entenderão o porquê.

Também preciso falar de mim quando se trata de representatividade. Percebi que me sinto muito bem em SP e compreendi o porquê: aqui posso ser quem eu quiser, até eu mesma. Aquele ‘eu’ que a gente esconde lá no fundo e às vezes mal reconhece, sabe? Me sinto livre pra usar roupas diferentes do que uso no meu cotidiano no interior, e me dei conta de que isso acontece porque tenho exemplos. Em SP vejo diariamente moças gordas e estilosas pelas ruas e sinto que posso ser como elas. Também sinto que tudo bem se eu sair “desarrumada”, ou com uma roupa que não está dentro do padrão de roupa pra gorda (aquele tipo que tem que disfarçar tudo, aquela história do “não pode listra horizontal”, etc. etc. blá, blá, blá) aqui ninguém liga, ninguém me conhece, não estou ligada às minhas funções ou à imagem que construí para os outros ao longo dos anos. Talvez fosse apenas uma questão de apertar o foda-se e não ligar pro que os outros vão pensar. Mas pra mim não é fácil, o que acontece é que é bem menos difícil quando não me sinto sozinha e diferente de todos ao redor.

Por isso reforço: representatividade é importante, na mídia, no dia-a-dia, na vida. Ver alguém como você alcançando certas conquistas te faz saber que você também pode. Ver alguém que simplesmente existe do jeito que é nos faz pensar que também temos esse poder. Nós mesmos podemos ser esses exemplos pra outras pessoas, muitas vezes sem nem saber disso. Então, pra encerrar, eu diria que precisamos nos comprometer com nós mesmos, sem medo de ser, fazer, vestir o que gosta. O que os outros vão pensar é problema deles.

DICA: Passeios em São Paulo #2

Continuando o post anterior…

Gente, esse é o segundo post de dicas de passeios em São Paulo, o primeiro foi esse aqui, e estou contando um pouco mais sobre a minha viagem e deixando algumas sugestões :)

Quinto dia (quarta)

Na quarta já me programei pra acordar bem cedo e ir até a Praça Roosevelt para uma prática de Tai Chi Pai Lin, com a querida Lenny Blue. Ela escreve uma coluna sobre o tema no jornal Centro em Foco e aqui você pode acessar a última coluna dela e checar os horários das práticas! Foi muito bom e me deu energia pra passear o dia todo :)

Depois foi passeio pelo centro, almoço no Shopping Light e visita ao Edifício Martinelli!

De cima do prédio é possível apreciar uma bela vista de SP, e o que achei mais bacana é que não tem limite de tempo para ficar no terraço e é possível circular livremente. Além disso, o espaço é amplo e ajuda para tirar boas fotos!

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Visita ao Edifício Martinelli

De lá também é possível ver o famoso Banespão, com a bandeira do Estado de São Paulo no topo, que é um marco do centro da cidade.

*Quinta-feira pula porque fui para Araraquara apresentar trabalho num evento!

Sexto dia (sexta)

Na sexta eu não tava muito legal, o tempo seco acabou comigo, mas não podia deixar de ver algumas amigas especiais! O almoço foi com a Penha no restaurante Nutrisom (conheço bem o do Centro, mas descobri que tem outras unidades!), um vegetariano super delicinha com diversidade pra comer à vontade!

À noite fui pra Rua Augusta encontrar a Bianca e acabamos sentando num barzinho pra tomar uma cerveja e comer uma batata frita. Não vou lembrar qual barzinho foi, mas tenho certeza que não vão faltar opções se você resolver fazer o seu rolê pela Augusta!

Sétimo dia (sábado)

Esse foi um dia super especial! Fiz uma oficina de Iniciação à Arquitetura do Papel, na Universidade do Papel, espaço do artista Enrique Rodríguez.

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Mesa pronta pra começar a oficina!

O galpão que abriga a Universidade do Papel é um espaço lindo, cheio das obras do Enrique e equipado para oferecer as oficinas com conforto e todos os materiais necessários.

Sobre as obras em papel nem sei o que dizer, como definir… Talvez uma boa palavra seja “magnífico”. A técnica é única, não é fácil, mas também não é super difícil. Bem, eu consegui, e olhem só o resultado:

Já estou providenciando uma moldura digna, depois mostro pra vocês :)

Oitavo dia (domingo)

Domingo pede almoço na Liberdade! No domingo tem barraquinhas de comida na rua e também diversas opções de restaurantes. O meu queridinho é o Nandemoya, opção com self-service variado e salão amplo apesar da entrada ser bem escondida… rsrs! Gosto bastante por ter peixe cru no buffet por quilo, o que nem sempre encontramos em outros restaurantes.

Resolvi voltar a pé, passeando pelo centro e vi uma São Paulo bem diferente: tranquila e vazia. Marcada pela correria e trânsito frenético, a cidade no domingo estava agradável e adorei passear tranquilamente tirando algumas fotos.

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Vendo a cidade <3
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Pelas calçadas do Centro

E aí, qual passeio vocês mais curtiram? Me contem nos comentários!

Quer mais dicas de passeios e atividades pra fazer em São Paulo?

Olha só essa matéria do BuzzFeed:

150 coisas para fazer em São Paulo pelo menos uma vez na vida

Fiz as contas aqui e fiz cerca de 30 coisas dessa lista… ainda tenho muito para descobrir! E você?

Beijos!

 

DICA: Passeios em São Paulo #1

Oi gente! Tudo certo?

Como agora estou morando no interior e a rotina de trabalho não me permite muitas viagens, resolvi passar uns dias das minhas férias na capital!

Pra quem não sabe, eu já morei um ano em SP, e vou pra lá sempre que possível. Quando a gente mora é bem diferente, acabamos acomodados, nem aproveitamos muita coisa. Mas dessa vez fui numa proposta de turistar mesmo, e quero contar tudo pra vocês!!!

Algumas coisas já são bem básicas pra mim, coisas que faço toda vez, mas que pra quem não conhece é bem interessante, por isso vou comentar tudinho aqui.

Pra não ficar muito cansativo, vou fazer uma proposta de “diário de viagem”. Como foram oito dias em São Paulo, vou dividir em dois posts: esse é o primeiro, onde vou comentar as atividades dos primeiros 4 dias! Vem comigo!!!

Primeiro dia (sábado)

Cheguei em SP num sábado de manhã, e como sempre, tirei a manhã pra descansar da viagem. Nesse dia já tinha um rolê marcado: o JazzRaial organizado pelo Jazz na Kombi, que aconteceu na Vila Madalena. A proposta era de uma festa junina, com barraquinhas de comidas e bandeirinhas, mas ao som de jazz! Doido, né?! Eu achei super inusitado e como o convite partiu de uma amigona (a Gringa, que vocês já devem ter ouvido falar por aqui) fomos!

Como chegamos no local e ainda não tava rolando um som, resolvemos ir até o Beco do Batman, que apesar de ter ouvido falar bastante, eu nunca tinha ido! E olha, essa decisão foi uma das melhores da viagem: eu simplesmente amei o lugar *-*

Um dos cantinhos incríveis do Beco do Batman!

 

Eu e ela com a arte que mais amamos *-*

Segundo dia (domingo)

Uma coisa bem legal de SP é que sempre tem programas gratuitos e, em geral, pra todos os gostos! Em pleno domingão rolou o Nívea Viva Rock Brasil, com Nando Reis, Os Paralamas do Sucesso, Paula Toller e diversos convidados cantando clássicos do pop rock brasileiro.

Foi bem bacana, mas tem que ter disposição! A gente acabou assistindo pelo telão um pouco mais distantes da muvuca… hehehe!

Migos curtindo o show ;)

E depois pedimos uma pizza, o que é praticamente um programa imperdível em SP já que lá tem milhares de pizzarias!

Terceiro dia (segunda)

Pra quem pensa que é só no fim de semana que tem coisas pra fazer em SP já vou avisando: você está enganado! A semana todinha tem programas bacanas, e planejando antes com certeza vai conseguir preencher todos os dias com atividades legais.

Mais uma vez a Gringa foi maravilhosa e encontrou um rolê incrível pra gente fazer em plena segundona: a gravação do Programa Manos e Minas, da TV Cultura, com o incrível Black Alien, rapper que ela me apresentou e que tem uma música que virou nosso mantrinha, essa aqui:

Foi nossa primeira vez na gravação de um programa de TV, e ficamos bem felizes de ter sido na Cultura, uma emissora diferenciada e cada vez mais necessária no contexto de TV aberta que temos no Brasil hoje. Além disso, o programa está sendo filmado num teatro, um espaço super bacana, a apresentadora Roberta Estrela D’Alva é uma gracinha e o cenário está demais!

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Nozes no Manos e Minas!

Além do Black Alien, estiveram presentes as minas do Slam do Corpo, apresentando uma poesia forte, desconstrutora e emocionante. Não dá pra explicar direito o que rola, mas a definição é a seguinte:

“O Slam é uma batalha de poesias, um jogo, uma celebração. Slam do Corpo é o primeiro Slam de surdos e ouvintes do Brasil. Duplas de poetas (um surdo e um ouvinte) se apresentam ao mesmo tempo em português e Língua Brasileira de Sinais, criando um encontro potente entre as línguas.” (Fonte: Centro de Pesquisa e Formação – SESC São Paulo)

O programa ainda não foi ao ar, então fique atento à TV Cultura nos próximos sábados, o Manos e Minas começa às 19h!

Saindo da gravação bateu aquela fominha e fomos ao famoso Bar do Estadão comer um lanche e tomar uma cerveja! Não comemos o famoso sanduíche de pernil, mas olha, lá tem opções pra todos os gostos, e o melhor: 24h horas por dia!

Um brinde!

Quarto dia (terça)

Nesse dia fomos almoçar na Paulista e passear por lá. Paulista é sempre Paulista. Mesmo que seja pra não fazer nada, vale a pena. Daí, enquanto estávamos simplesmente andando e conversando por ali lembramos de uma coisa: terça-feira em SP tem um programa gratuito imperdível: visitar o MASP!

A visita nos outros dias da semana é paga, mas é sempre bom economizar, não é mesmo?Eu confesso que esse era um daqueles programas que eu tinha vergonha de dizer que ainda não tinha feito em SP, afinal, o Museu é uma referência, seja por sua arquitetura, seja pelo seu acervo que conta com obras de artistas renomados.

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Acervo do MASP :)

Além do acervo fixo, havia no dia da nossa visita uma exposição temporária chamada “Histórias da infância“, que apresenta a infância de diversas formas através de quadros, fotos, vídeos, entre outros meios. Fiquei bem impressionada, tem obras incríveis!

Depois de visitar o MASP, decidimos descer a Augusta a pé rumo ao Centro, onde costumo ficar. Andar pela Augusta também é um programa bacana, tem várias lanchonetes, restaurantes e lojas legais. Chegando na altura da Praça Roosevelt resolvemos mudar o caminho pra dar uma passada pela praça, reduto dos skatistas que no fim da tarde estavam lá a todo vapor. Sentamos e ficamos curtindo ver o trânsito ao longe, a noite caindo, o pessoal curtindo.

Bom pessoal, esse foi o resumo dos primeiros dias dessa viagem!

Espero ter dado boas dicas! O que vocês acharam?

Aguardem a parte 2!

Beijos

 

 

 

 

Mandalas no Parque Augusta

Olá pessoal! Tudo bem?

Como vocês viram no último post, rolou hoje (3 de março) no Parque Augusta uma atividade com mandalas onde pude compartilhar um pouquinho do que aprendi e também aprender muito com as pessoas que me acompanharam.

Além disso, teve uma prática de Tai Chi muito agradável e diversas outras atividades estão ocorrendo no parque nos últimos dias, já que pode ser que amanhã tenhamos uma reintegração de posse :/

Torcemos para que haja na verdade uma desintegração de posse! (acho esse nome excelente! hehehe)

Mais informações vocês encontram nesse post.

Enfim, resolvi compartilhar algumas fotos dessa “oficina” e também do parque:

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Espero que tenham gostado das fotos!

Foi uma manhã muito bacana, de estar com as pessoas, lidar com as diferenças e semelhanças, aprender, fazer e refazer, enfim, só coisas boas que esperamos que reflitam neste espaço que tanto precisa de positividade!

Beijos!

Mandalas, Tai Chi, Parque Augusta e Convite!

Sim, é muita coisa pra um post só.  Mas como vocês devem ter percebido, ando meio sumida do blog e resolvi fazer esse resumão que envolve coisas que tenho feito ultimamente no mundo real e que, é claro, refletem aqui no mundinho virtual!

(Vai ser um resumo mesmo para chegar logo “ao que interessa” que é o convite. Talvez mais pra frente eu faça posts mais específicos sobre os outros assuntos, ok?)

Comecemos pelas mandalas. Todos sabem o quanto sou apaixonada e envolvida com elas, então busco sempre conhecer novos materiais e técnicas para fazer de formas diferentes. Já havia conhecido as mandalas de lã (conhecidas também como Ojos de Dios) através de uma amiga que inclusive me ensinou e pude fazer a minha primeira. Mas depois disso acabei não me dedicando e não fiz mais. Até que num grupo do Facebook descobri que haveria aqui em SP uma Vivência de Mandalas, numa data que eu poderia participar. Me inscrevi e passei um dia incrível com direito à danças circulares, almoço vegetariano, muito aprendizado e pessoas maravilhosas!

Eu e minha mandala criada na 2ª Vivência de Mandalas oferecida pela Mandalas by Lala

Como estou passando as férias em São Paulo, resolvi buscar outras atividades para fazer nesse período, e logo descobri a querida Lenny Blue que orienta práticas de Tai Chi Pai Lin aqui no centro da cidade, em locais como a Praça Roosevelt e o Parque Augusta. Foi através dela que conheci o mágico Parque Augusta. Confesso que a princípio fiquei um pouco acanhada ao entrar no parque, um lugar desconhecido, com barracas e pessoas acampadas, com mata misturada a áreas de concreto, cartazes e artes penduradas, enfim, um ambiente diferente de tudo que eu já tinha visto. Circulavam “malucos”, famílias, cachorros e senhorinhas, então logo percebi que também era espaço pra mim, afinal era espaço pra TODOS. Um cara se aproximou (acho que percebendo como eu me sentia perdida ali) e começou a me contar sobre a história do parque. Eu já tinha ouvido falar alguma coisa, mas estando ali pude entender bem mais sobre a importância de se manter o local como um parque de uso público. Não vou detalhar toda a história, mas indicarei um site onde vocês podem conhecer mais através do links indicados e, se achar justo, ajudar a pressionar para a efetiva criação do parque!

Essa placa representa muito o Parque Augusta *-* “Esta é uma área pública de uso exclusivo para sua livre expressão. É expressamente proibido proibir pedestres e animais de passear, desfrutar, permanecer, viver, amar…” ♡

Enfim, unindo tudo isso, surgiu a ideia de realizar uma roda de mandalas no Parque Augusta após uma prática de Tai Chi (siiiim, tudo se interliga aqui!). E é aí que entra a parte do convite:

Gostaria de convidá-los para uma atividade especial que realizaremos no Parque Augusta na próxima terça-feira, dia 3 de março, às 9h. A querida Lenny Blue orientará uma prática de Tai Chi Pai Lin e logo depois faremos uma roda de mandalas de lã (Ojos de Dios)!

Não precisa ter experiência com nenhuma das atividades, apenas ir com disposição e aprenderemos juntos!

Pra quem não conhece o Parque Augusta, este é um espaço que fica na região central de São Paulo e está em trâmites de negociação, enfim, uma longa história que vocês podem conhecer (e pressionar) melhor aqui: http://paneladepressao.nossascidades.org/campaigns/611
No dia 4 de março (quarta-feira) está prevista uma reintegração de posse, e creio que será um momento de muita tensão. Por isso, ao longo desses dias que antecedem, muitas pessoas tem buscado realizar atividades no local para mostrar cada vez mais sua importância para a população e também criar uma atmosfera positiva e espalhar boas energias.

Para o Tai Chi é legal ir com roupas confortáveis e quem quiser/puder pode contribuir levando material para a confecção das mandalas, sendo eles: palitos (de churrasco, de algodão doce, de sorvete), lãs/fios e tesoura. Lembrando que os materiais são opcionais, não se preocupem pois podemos compartilhar!

Fica o convite para TODAS AS PESSOAS!

3 DE MARÇO (TERÇA-FEIRA) – 9h

PARQUE AUGUSTA (entrada pela Rua Marquês de Paranaguá em frente ao DP)

É só aparecer ou entrar em contato :)

Links úteis:

Facebook Mandalas by Lala – Para conhecer e se informar sobre as próximas vivências!

Facebook Parque Augusta – Para saber mais sobre o espaço e atividades que estão rolando!

Facebook Blog Eis a Questão – Para ficar sempre por dentro do que rola aqui e obter mais informações sobre a atividade do dia 03/03.

 

Beijos!